Arquivos Mensais:maio 2011

Cristãos sendo queimados vivos pelo nome de Jesus – Você aguentaria?

Dilma Roussef suspende o “Kit-Gay”

Após protestos das bancadas religiosas no Congresso, a presidente Dilma Rousseff determinou nesta quarta-feira, 25, a suspensão do “kit anti-homofobia”, projeto do Ministério da Educação que seria distribuído para escolas públicas com o objetivo de diminuir a discriminação entre homossexuais.

A decisão foi anunciada pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência Gilberto Carvalho que anunciou também que de agora em diante todo material que versar sobre “costumes” terá de passar pelo crivo da coordenação-geral da Presidência e por um amplo debate com a sociedade civil.

Segundo o ministro, a determinação do governo não é um “recuo” na política de educacional contrária à homofobia. “Não se trata de recuo. Se trata de um processo de consulta que o governo passará a fazer, como faz em outros temas também, porque isso é parte vigente da democracia”, disse.

Os parlamentares das Frentes Evangélicas, Católicas e da Família estavam dispostos a tomarem várias medidas para que o projeto do MEC fosse alterado. Entre as medidas estavam até a tirada do ministro da Educação, Fernando Haddad, do cargo.

Fonte: Gospel Prime

Lembra do pato?

Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias.

Felipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.
Certa tarde viu o pato de estimação da vovó… Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste!
Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da madeira!
Beatriz, a sua irmã viu tudo mas não disse nada aos avós.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: “Beatriz, vamos lavar a louça”
Mas ela disse: ” Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha”. E olhando para ele sussurrou: “Lembra do pato?” Então o Felipe lavou os pratos.
Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse: “Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar.”
Beatriz apenas sorriu e disse, “Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje”, e sussurrou novamente para ele, “Lembra do pato?”
Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.
Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não agüentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.
A vovó o abraçou e disse: ”Querido, eu sei… eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!”
Qualquer que seja o seu passado, ou o que você tenha feito… (mentir, enganar, seus maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc )…. seja o que for… você precisa saber que Deus estava na janela e viu tudo como aconteceu.
Ele conhece toda a sua vida … Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo.

Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.

O motivo…

Teve gente que falou no twitter que eu tava sumido, eis o motivo:

Este é o layout do jornal que estou projetando pra Força Jovem da minha IURD. Acesse o nosso blog clicando AQUÍ.

Blog do bispo Macedo vira tese de estudo em universidade do Rio Grande do Sul


Para o autor, o espaço virtual proporciona uma interação direta entre o líder e os membros da IURD, que não seria possível em um culto de forma presencial
Hoje em dia, assuntos ligados à fé estão diretamente conectados às novas tecnologias, sendo tema, inclusive, de estudos em Universidades.
Uma demonstração disso é a recente dissertação de mestrado desenvolvida pelo jornalista e mestre em ciências da comunicação Carlos Sanchotene, para o curso de pós-graduação da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) – em São Leopoldo (RS) –, intitulada: “Religião 2.0: interações entre igreja e fiéis no blog do bispo Edir Macedo”.
O autor do estudo já havia pesquisado o papel da mídia na religião, analisando os novos dispositivos de contato entre o mundo da fé e os fiéis. A ideia de estudar o blog do bispo Edir Macedo surgiu depois de algumas visitas à página. Aos poucos, ele foi percebendo que se tratava de um campo fértil a ser explorado, pelo fato de a figura do líder da IURD manter um contato direto com os fiéis da igreja, utilizando potenciais ferramentas da internet.
Segundo ele, talvez, essa interação direta entre o bispo e os membros da igreja em um culto, de forma presencial, não seria possível. Foi exatamente esse aspecto que chamou sua atenção. “Consoante a isso, apresentei um conjunto de processos comunicacionais interligados à Igreja Universal do Reino de Deus, tomando o Portal Arca Universal como articulador de todo o sistema na internet. Em seguida, descrevi o blog de Edir Macedo, identificando todos os canais em que há uma interação com o público e os mecanismos de participação”, conta o pesquisador.
Ele fez ainda uma leitura de todos os comentários do blog e apresentou um levantamento quantitativo das mensagens publicadas desde o surgimento da página, em agosto de 2008, até dezembro de 2010. Foram selecionados por ele alguns posts e comentários, de forma aleatória, para identificar certos aspectos do que ele chama de midiatização.

Internautas atuam como coprodutores
Na avaliação do jornalista, a possibilidade de interação no âmbito virtual coloca os fiéis-internautas no mesmo patamar daqueles que produzem o discurso religioso, levando-os a atuar como coprodutores das mensagens, ao fazer uso dos próprios instrumentos usados pela igreja para expressar sua fé.
“Isso gera um sentimento de coparticipação, possibilitado pelo blog, por meio dos comentários. Essa experiência espiritual mediada pela tecnologia trás consequências sobre o que definimos ser a religião hoje em dia. A postura do fiel no templo é uma; e no blog é outra, justamente porque há um espaço interacional que permite isso”, destaca Sanchonete.
De acordo com ele, os internautas veem o canal como uma forma de manter contato, motivados pelas postagens do bispo. Ao mesmo tempo, o espaço serve para revelar a personalidade do líder da IURD, pois ele sempre posta mensagens em vídeo, fotos de sua família e de suas viagens pessoais.
“Isso aproxima ainda mais o fiel da sua igreja, revelando que o seu líder é uma pessoa comum, como todos pertencentes à comunidade religiosa. As diversas aparições de Edir Macedo são bons exemplos disso. Há vídeos feitos por ele em sua própria casa, em frente a webcam e também direto de Jerusalém. Além disso, ele costuma divulgar as fotografias que faz, como hobby pessoal, suas viagens com a família, como também a Palavra Amiga em podcast”, destaca o jornalista.

Visibilidade para ações da IURD
Outro exemplo citado pelo pesquisador em sua tese é a construção do Templo de Salomão, em São Paulo. No blog, o fiel pode acompanhar a construção do santuário 24 horas por dia, ao vivo, por meio de uma câmera de vídeo instalada em cima de um prédio na Avenida Celso Garcia, no Brás – zona leste da capital paulista –, que transmite imagens do terreno.
“Com isso, observamos a midiatização de uma construção religiosa operada pela discursividade midiática. Nesse caso, é o blog que dá essa visibilidade para as ações institucionais da igreja”, destaca Sanchonete, que pretende transformar sua dissertação em livro.
                                                                                                                Por Carlos Gutemberg
                                                                                                               (Fonte: arcauniversal.com)

O orgulho do imperador

Em uma época na qual os poderosos faziam suas próprias leis, quando o mundo era algo a ser conquistado a qualquer preço. Reis e imperadores escreveram sua própria história e inspiravam inúmeras lendas.
Uma delas, passada de geração em geração, conta que ao regressar vitorioso de suas investidas pelos reinos da Europa, trazendo riquezas e prisioneiros, um imperador mandou preparar um suntuoso banquete.
Ainda embriagado pelo orgulho de suas recentes conquistas, disse diante do seus convidados:
- “Tenho realizado inúmeras conquistas e meu império se espalha por todos os povos e nações. Meu exército é o mais poderoso do mundo, por isso sou temido pelos meus inimigos e admirado pelo meu povo. A partir de hoje, decreto, que devo ser tratado como deus. Pois é isso mesmo que sou: deus.”
Os convidados, um bando de bajuladores e aproveitadores, romperam em palmas e gritos aclamando o imperador:
 -“Nosso deus, nosso deus.”
Um sábio viajante e bem sucedido comerciante do oriente vendo o delírio insano dos convidados, aproximou-se do soberano e lhe fez um pedido:
-“Senhor deus, venho com humildade pedir-lhe ajuda, tenho neste instante uma enorme caravana carregada com as mais preciosas iguarias que trago para comercializar em vosso império. São mais de 60 camelos e 120 homens parados em pleno deserto por causa de uma tempestade de areia. Meu experiente caravaneiro nada pode fazer.” Disse ele.
-“Porque te atormentas com tão pouco? Mandarei agora mesmo que 400 soldados saiam ao encontro de sua caravana e as resgatem. Em breve estarão todos aqui e nada será perdido!” Assegurou o orgulhoso deus.
O homem, ouvindo a resposta, retrucou respeitosamente:
-“Nos vos incomodeis a tal ponto, senhor deus. Deslocando centenas de homens que certamente tem outras funções e se encontram a vosso serviço. Tão somente, mandai que o vento se aquiete e assim, em poucos segundos, resolveremos o problema.”
Nesse instante, vendo que não poderia realizar tal feito, o imperador sentiu a insanidade de sua pretensão. Como controlar o vento?
Fez então, um profundo silêncio naquele imenso salão. Até a música parou. A multidão entendeu quão absurda era a comparação de um simples mortal com o próprio Deus.
Quantas vezes, ainda que não sejamos loucos de nos perdermos em tais devaneios, temos um pouco do orgulho do imperador. Quando julgamos, condenamos ou criticamos alguém assumimos sem notar a posição do próprio Deus.
Até mesmo quando tomamos decisões em nossa vida pessoal sem qualquer consulta ao criador. Chamamos Jesus de senhor, mas na verdade, servimos a nós mesmos.
O Senhor Jesus certa vez, chamado a intervir em causa alheia, respondeu:
“Quem me constitui juiz entre vós?” (Lucas 12.14). Mostrando o seu cuidado em emitir conceitos.
Bem disse o apóstolo Tiago
“Atendei agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, negociaremos e teremos lucros; vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa; em vez disso, devíeis dizer: se o Senhor quiser, não só viveremos como também faremos isto ou aquilo.” (Tiago 4.13-15)
Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos ensine a servir.

Pacto da formiga – Muito forte!

Enviado do Bispo João leite para o Bispo Macedo:

Bispo, que Deus abençoe o senhor!

Fomos a um lugar aqui em Moçambique, onde são feitos muitos pactos para destruir vidas. Dentre todos o que encontramos, este foi o que mais me chamou a atenção. A foto de um rapaz com o nome, a data de nascimento e uma formiga girando, em cima do nome.

Fomos informados que este pacto pode ter sido feito para que a vida deste rapaz passe a girar e nunca saia do lugar. Constatamos, também, uma peça íntima ao lado da fotografia. Quanto a isto, fomos informados que o pacto pode ter sido feito por uma mulher, para que o rapaz “gire” com muitas mulheres e não pare com nenhuma. E quantas são as mulheres que também giram com muitos homens e não param com nenhum, por terem aquele espírito feminino que as faz girar, sem parar com ninguém, vítimas de um pacto.

E assim está a vida de muitas pessoas que lutam e lutam… mas não conseguem nada. Assim como a formiga fica girando e não sai do lugar, assim também é a vida das pessoas que são vítimas desse pacto.

Bispo João Leite


Retirado do Blog do Bispo Macedo

Pedaço de mau caminho…

Créditos: Humortal

Testemuhno do Bispo Guaracy Santos – O fruto de um pacto com Deus

Por Cinthia Meibach

O bispo Guaracy Santos, de 41 anos, é atualmente o responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja Universal do Reino de Deus no bairro do Brás, zona leste de São Paulo (SP). Por trás de uma voz forte e um semblante sério, está, além de um bispo, um pai e marido carismático, divertido e dedicado que, com seu jeito único, tem levado a Palavra de Deus a milhares de pessoas. Filho de mãe mineira e pai gaúcho, nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ), onde foi criado.  Ainda dentro da barriga da mãe, enfrentou seu primeiro desafio, quando o pai tentou impedi-lo de vir ao mundo. A infância e adolescência foram marcadas por vícios, decepções e influências malignas, que durante anos lhe tiraram o sossego e prometeram lhe tirar a vida. Acompanhe abaixo a entrevista exclusiva concedida pelo bispo Guaracy ao Portal Arca Universal.

Como foi a sua infância?

Meu pai servia aos encostos e o envolvimento era tão profundo que ele chegou a ter um certificado reconhecendo o envolvimento. Ele não queria que eu nascesse. Chegou a agredir a minha mãe durante a gestação pedindo que ela abortasse. Quando nasci, fui consagrado aos encostos que ele servia. Aos 4 anos meus pais se separaram e minha mãe casou novamente. Fui criado por ela e por meu padrasto. Mesmo morando no Morro da Tijuca (Rio de Janeiro), minha mãe trabalhava em três empregos para não deixar faltar nada em casa para mim e para as minhas três irmãs. Eu fui estudar em um dos melhores colégios do Rio e, com 10 anos, me destaquei como jogador de futebol.

Nesse período, houve alguma situação que foi marcante?

Sim. Eu me lembro quando uma das minhas irmãs nasceu, em 1980. Minha mãe entrou no hospital para ter a criança e ficou por lá durante 6 meses por causa de uma hemorragia. Quando ela recebia alta e pisava a planta dos pés em casa ela começava a sangrar.  Em vez de abandonar os espíritos, ela decidiu procurar um lugar para frequentar que fosse mais forte. Chegando lá, o espírito manifestado no líder do local me enviou um búzio dizendo que era para minha proteção. Eu tinha 12 anos, era um aluno talentoso, não precisava de proteção. Eu recebi, mas não me importei muito com aquilo. Um dia, brincando com um amigo, acabei quebrando o búzio. O espírito mandou me chamar e disse que eu era relaxado e não tinha levado a sério as orientações dele.  Para me impressionar, ele jogou o búzio dentro de um copo de cerveja e fez com que a bebida começasse a borbulhar, até sumir por completo do copo. Ele me disse: “Está vendo, você matou uma vida”, depois disso, ele colocou a cerveja no copo e mandou que eu bebesse.  Eu recusei, pois como atleta não queria beber. Por causa disso, ele me praguejou e disse que iria me tornar um viciado e aos 18 anos iria me matar.

E o que ele disse a respeito dos vícios se cumpriu?

Sim. Com 14 anos eu recebi drogas de dois amigos dentro da escola. O interessante é que no morro nunca nenhum traficante me ofereceu droga, e dentro de uma das melhores escolas do Rio foi que eu experimentei e continuei usando, até os 18 anos. Às vezes os pais pensam que dando esporte e bom ensino vão livrar o filho das drogas, mas não é verdade. Eu experimentei uma e continuei. Eu sentia uma perturbação, depressão, vazio, realmente uma influência maligna. Era algo tão demoníaco que quando pensava nas pessoas que me faziam mal eu sentia gosto de sangue na boca. Eu não me contentava só com um tipo de droga, comecei a usar maconha, cocaína, alucinógenos, pílulas; tudo o que aparecia eu usava.

Quais foram as consequências dos vícios para sua vida?

O que era pra dar certo começou a dar errado. O clube que eu jogava me afastou por causa do meu comportamento e desperdicei a chance de ser um jogador profissional. Com isso, passei a usar mais e mais drogas, pois parecia que elas não surtiam mais efeito. Eu cheguei à igreja fumando 20 cigarros de maconha por dia, cheirava 10 gramas de cocaína sozinho. A cartilagem do meu nariz ficou comprometida. Como eu era forte e saudável não sentia os efeitos da droga em meu corpo. Só descobri os malefícios quando, em uma noite de uso, acabei expelindo uma quantidade de sangue pela boca.

Além das drogas, o senhor também teve envolvimento com a criminalidade?

Sim, pois eu não me contentei só em usar e comecei a vender. E uma coisa leva à outra. Eu fui parar em uma quadrilha de pilotos de assalto, pessoas contratadas para roubar. Não tinha paz. Meu amigo se tornou meu inimigo número um por causa de um sumiço de balas de um revólver. Ele passou 2 anos tentando me matar. Para me proteger, eu andava armado, mas gostava de brigar na mão. Eu tenho 23 cicatrizes pelo corpo, originadas por paulada, garrafada, canivetada.

Como foi a sua conversão?

Dois meses antes de chegar à Igreja me aconteceram duas coisas terríveis. No ano em que eu completei 18 anos, saí de um clube e me envolvi em uma briga, pois se alguém me encarasse por muito tempo eu já partia para a agressão. Meu rival estava armado e disparou três tiros à queima roupa. Desviei dos tiros e ele disparou mais quatro. Para piorar, encontrei um grupo rival, que me deu mais três tiros e, por milagre, nenhum me acertou. Uma semana depois do ocorrido, estava sentado em uma praça, com uma garota que era minha noiva na época, e um idoso apareceu com uma taça de vinho e me ofereceu a bebida. Eu neguei, e disse que nem o conhecia. Ele jogou o vinho em mim e acertou minha noiva. Depois levantou o boné e disse que tinha chifres. Eu comecei a lembrar das palavras da minha mãe que já ia à Igreja, dizendo que quem tem chifres é a besta. Isso mexeu muito comigo.

Outra situação que me assustou foi quando, em uma tarde, eu estava na casa de praia de um amigo e a mãe dele manifestou com um demônio, e sem me conhecer contou a minha vida toda. Além disso, disse que eu iria ser morto em breve pelo meu ex-amigo. Atordoado, não quis mais ficar lá e decidi ir embora. No caminho de volta, eu encontrei meu ex-amigo no ponto de ônibus. Tentei me esconder dele, mas ele me viu e disse que me mataria naquele final de semana.

Eu voltei para casa e pedi perdão à minha mãe, dizendo que queria servir ao Deus dela, pois sentia que se não fosse, com certeza morreria. Na segunda-feira fui à Igreja, e como estava decidido, me entreguei de tal forma que, em 4 meses me libertei das drogas e da criminalidade. Com 8 meses recebi o Espírito Santo, e com 10 meses  fui levantado a pastor. Da turma que eu andava, hoje eu sou um dos quatro sobreviventes, de um grupo de mais de 30 pessoas que foram assassinadas. Deus me deu o livramento e a praga do diabo em minha vida foi quebrada.

Como foi o processo de sua conversão?

Embora o processo tenha sido rápido, enfrentei muitas lutas nesse período. Na loja em que trabalhava, as colegas de trabalho me ofereciam drogas e se insinuavam para mim, com roupas apertadas e curtas, querendo ter uma relação comigo. Sem contar que eu cheguei noivo e era obcecado por ela; um namoro de 4 anos. Mas decidi terminar, pois vi que junto dela não conseguiria obedecer a Palavra de Deus, já que queria um compromisso sério com o Senhor e ela não estava disposta a fazer o mesmo naquele momento. Por 8 meses fiquei recebendo cartas dela, tentando voltar, mas estava decidido a renunciar à minha vontade para fazer a vontade de Deus. Foi então que conheci minha esposa, Taís, e logo que fui levantado pastor, o bispo Clodomir abençoou nosso namoro. Após 1 ano e 2 meses me casei e estou casado há 20 anos. Com 8 anos de casado adotei uma criança, o meu filho do coração, Mateus, que está com 12 anos. Graças a Deus, tenho uma família feliz e abençoada.

Há 23 anos fazendo a obra de Deus. Como é ser bispo, marido e pai ao mesmo tempo?

Ser bispo na Igreja Universal é uma guerra. Eu costumo dizer que ser representante fiel de uma obra perseguida como esta é levantar todo dia já tendo um “leão para matar”. Quando estava no Rio de Janeiro, tive a igreja invadida e três pessoas tentaram me matar. Fui discriminado por ser da Igreja quando reconhecido em um restaurante e chamado de ladrão dentro de uma loja. Ser bispo, ser pai, ser marido não é fácil, nada é fácil. No nosso caso fica mais fácil pelo que está dentro de nós, fica claro como Deus é com a gente pelas lutas que enfrentamos e vencemos, pois somos atacados e perseguidos constantemente.

Sabemos que os bispos da IURD fazem diversas reuniões por semana e que as igrejas abrem todos os dias. Não existe cansaço ou desânimo?

Não, não e não. Para um profissional que mercadeja a fé, sim, mas para o homem sincero e transparente, não. A marca do homem de Deus é transparência. Na Igreja Universal, para o servo de Deus não existe cansaço ou desânimo, pelo contrário. Eu só decidi servir a Deus como pastor quando olhei pra minha vida e vi que ela estava à altura do que iria pregar, porque como vou falar de família sem ter uma? Como vou falar de saúde se estou doente? Como falar de força se estou fraco? A gente não vive na hipocrisia. Vivemos o que pregamos.

Diante das responsabilidades de um bispo, quando o senhor tem algum momento de lazer, o que gosta de fazer?

Eu gosto de jogar futebol e assistir filmes, principalmente aqueles que remetem à reflexão, que têm um final surpreendente, que fazem você pensar, pois eu gosto de pensar. Também gosto de ler e de escrever. Inclusive, estou preparando uma cartilha, chamada “O Manual do Empreendedor de Sucesso”, com 20 tópicos motivacionais visando à prosperidade.

Qual o conselho que o senhor dá para os jovens da Igreja que pretendem fazer a Obra de Deus também?

O jovem deve fazer bom proveito da sua juventude, aproveitar os dias da sua mocidade, porque hoje, infelizmente, o tempo passa muito rápido, conforme Jesus alertou, os dias estão se abreviando e isso nos obriga a viver uma vida de situações definitivas. A vida está passando tão rápido que não há mais tempo para errar, nós temos que acertar. Eu recomendo que os jovens que têm esse desejo venham correndo, pois sempre estamos precisando de trabalhadores para a seara.

Para finalizar, quais os planos para o futuro?

Eu não tenho planos, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim e eu estou adaptado à vontade Dele. O que Ele quiser de mim, eu farei, pois Ele sabe que pode contar comigo para o que der e vier.

Fonte: Arca Universal

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