Arquivos Mensais:outubro 2011
Fogueira Santa – Bp. Edir Macedo
Não é para qualquer um.
Na verdade, muitos têm se apresentado. Alguns aventureiros, outros curiosos e ainda outros, como jogadores, tentando a sorte.
Mas, a rigor, o sacrifício exige fé.
Fé que peneira todos e seleciona alguns poucos.
Poucos escolhidos. Melhor, poucos escolhidos por si mesmos.
Por quê?
A Fogueira Santa é um ato puramente de fé.
Quem crê, vai. Quem não crê, fica.
Quem crê e quem não crê?
A atitude de cada um demonstra se creu ou não.
Do meu ponto de vista, os que se escolhem são tocados pelo Espírito Santo e agem a crença.
Esse toque Divino, naturalmente, se deu por conta da intenção do coração conhecido por Deus.
Como se excluir quando se é tocado por Deus? Impossível.
Os excluídos não foram tocados e por isso não agiram a fé.
E não se pode julgá-los de covardes.
Dos 32.000 homens chamados por Gideão, 10.000 desceram às águas. Eram covardes? Não. Aventureiros? Também não. Aparentemente, estavam dispostos a dar a vida pela pátria.
Porém, Deus, que conhece mentes e corações, achou por bem separar apenas 300.
O Senhor Jesus também chamou 12 apóstolos. Mas um se excluiu.
O fato é: as promessas Divinas são para todos os povos e nações. Porém, nem todos creem. E é justamente aí que há a separação.
O profeta Isaías pergunta: “Quem creu em nossa pregação?”. Em outras palavras: Quem crê que as promessas feitas no Monte Sinai são para hoje também?
Quem crê que o sacrifício da fé funciona?
“E a QUEM FOI REVELADO o braço do Senhor?” Isaías 53.1
Participam da Fogueira Santa apenas os revelados. Isto é, os revelados pelo Espírito Santo.
Ninguém pode ou deve convencer ninguém a participar, senão o Próprio Deus.
Sejam todos abençoados em o Nome do Senhor Jesus!
Wallpaper da Fogueira Santa do Monte Sinai
“Por que olhais com inveja, ó montes elevados, o monte que Deus escolheu para sua habitação?…” Salmos 68:16
Obs.: Você pode baixar vários Wallpapers do Monte Sinai no site: http://iurd.pt/montesinai/site/wallpapers/
Na areia
É verdade que a IURD é rica. Olha só o patrimônio…

Bem antes de a reunião começar, eles já estão espalhados por toda a igreja. Alguns, na porta, recebem carinhosamente as pessoas que chegam; outros dividem as responsabilidades internas, como manter organizados os elementos que serão utilizados durante o culto. Há ainda aqueles que supervisionam o altar, os bancos, enfim, toda a estrutura física que compõe o templo, para que quem chegue sinta-se bem e confortável.
Mas, muito além de manter a ordem no local, os obreiros têm uma missão para lá de especial: receber e acolher o povo que chega, para que todos, sem distinção, encontrem respostas para as suas aflições e o caminho da salvação eterna.
Eles são jovens, estudantes, senhores, senhoras, empresários, donas de casa e aposentados. Apesar de toda diversidade, juntos caminham com um objetivo comum: o de ganhar almas para o Reino de Deus.
“Eles são muito importantes para o trabalho de bispos e pastores. Para ser obreiro é necessário ser batizado com o Espírito Santo e ter se entregado totalmente a Deus, ou seja, ser fiel à Palavra do Senhor”, comenta o bispo Sérgio Correa, que recebeu a responsabilidade do bispo Edir Macedo de cuidar dos obreiros em todo o Brasil.
Considerado o “braço direito” do pastor antes, durante e após as reuniões, o obreiro não está ali apenas para fazer número, tampouco para embelezar a igreja com o seu uniforme impecável. De acordo com a direção da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), eles são milhares espalhados pelo Brasil todo, em milhares de templos: das catedrais aos cenáculos mais longínquos e simples.
Os obreiros sabem do seu papel e da importância de estar na mesma sintonia que a direção da Igreja. Cientes do valor e do respeito à hierarquia, eles participam regularmente de reuniões, onde são orientados espiritualmente e recebem direcionamento para o trabalho que exercem.
“Em cada estado será nomeado um pastor, que será orientado para que possa acompanhar o trabalho destes obreiros, pessoas fundamentais para a Igreja”, define o bispo Sérgio.


Mas… – Bp. Edir Macedo
Era fisicamente cego, e pela fé em Jesus foi curado. Mas, enquanto não nascer de novo, continuará não enxergando o Reino de Deus. Estará fadado à morte eterna se não for curado espiritualmente.
Pela fé em Jesus foi curado de enfermidade incurável, mas, se não nasceu da água e do Espírito, continua doente e condenado à morte eterna.
Aprendeu o segredo da fé. Sacrificou, lutou, perseverou e, finalmente, conquistou. Família restaurada, bens patrimoniais alcançados e sensação de grande vencedor. Mas, enquanto não nascer da água e do Espírito, tudo isso terá sido em vão. Também estará condenado à morte eterna se não investir toda sua vida na conquista do Reino de Deus.
Era pobre, extremamente pobre. Aprendeu que o segredo da fé é o sacrifício. Por conta disso, mudou sua história, prosperou e ficou riquíssimo. Mas, se não nascer de novo, continuará pobre, miserável e o pior: condenado à morte eterna.
Por outro lado…
Ela não foi curada de nenhuma enfermidade;
Não se casou;
Não constituiu família;
Não teve filhos;
Não prosperou;
Enfim, não realizou nenhum de seus sonhos.
Mas, a exemplo de Zaqueu, almejou conhecer Jesus com todas as suas forças, de todo o seu coração, de toda a sua alma e com todo o seu entendimento.
Vendo sua prioridade, o Espírito Santo marcou seu encontro com Seu Filho. Seu sonho se realizou, nasceu de novo, é nova criatura e eleita de Deus. Seu nome está registrado no Livro da Vida.
Estúpido e preguiçoso – Bp. Renato Cardoso
Quando você diz, “Não dá, isso é muito difícil, não vou conseguir. Não adianta nem tentar,” e coisas desse tipo — é porque você se acha estúpido ou simplesmente preguiçoso?
Dizer que não é possível porque não se acha capaz, é o mesmo que se achar estúpido.
Qual a desculpa que você tem usado para não perseguir seus objetivos?
Corrente do bem
João quase não viu uma senhora com o carro parado no acostamento. Chovia muito e já era noite. Mas percebeu que ela precisava de ajuda. Assim, parou seu carro e se aproximou. O carro dela cheirava a tinta, de tão novinho. A mulher pensou que pudesse ser um bandido. Ele não parecia confiável, e dava a impressão de ser pobre e estar faminto.
“Eu estou aqui para ajudar, madame, não se preocupe. Por que não espera no carro, onde está quentinho? A propósito, meu nome é João”, disse.
Tudo que o carro tinha era um pneu furado, mas, para uma senhora de idade avançada, era ruim o bastante. Ele trocou rapidamente o pneu, mas ficou um tanto sujo e ainda feriu uma das mãos.
A senhora contou que era de São Paulo e que não sabia como agradecer pela preciosa ajuda. Ela perguntou quanto devia lhe pagar. João não pensava em dinheiro, gostava de ajudar as pessoas. Este era seu modo de viver.
Ele respondeu: “Se realmente quiser me pagar, da próxima vez que encontrar alguém que precise de ajuda, dê a essa pessoa a ajuda de que ela precisar e lembre-se de mim.”
Alguns quilômetros à frente, a senhora parou em um pequeno e modesto restaurante, onde uma garçonete veio com uma toalha limpa para secar-lhe os cabelos e lhe dirigiu um doce sorriso…
A senhora, notando que a garçonete estava com quase 8 meses de gravidez, ficou curiosa em saber como alguém que tinha tão pouco podia tratar tão bem um estranho. Então se lembrou de João. Depois que terminou a sua refeição, e enquanto a garçonete buscava o troco, a senhora se retirou.
Quando a garçonete voltou, tentou saber aonde a mulher fora. Foi quando notou algo escrito no guardanapo, sob o qual havia cinco notas de R$ 100,00.
Correram lágrimas em seus olhos, quando leu o que a senhora escrevera. Dizia: “Você não me deve nada, eu já tenho o bastante. Alguém me ajudou hoje e da mesma forma a estou ajudando. Se você realmente quiser me reembolsar por este dinheiro, não deixe este círculo de amor terminar com você, ajude alguém…”
Naquela noite, quando foi para casa cansada e deitou-se na cama, seu marido já estava dormindo. Ela ficou pensando no dinheiro e no que aquela mulher escrevera. Com o bebê que estava para nascer no próximo mês, aquela quantia seria muito útil. Pensando na bênção que havia recebido, deu um grande sorriso, agradeceu a Deus, virou-se para o marido e deu-lhe
um beijo.
Que fique o exemplo de João e o que está expresso na Palavra de Deus: “Bem-aventurado o que acode ao necessitado; o Senhor o livra no dia do mal.” (Salmos 41:1)













