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Aprenda a Tocar
Curso de Teclado – Escalas [iniciantes]

Antes de começarmos a formação dos acordes, é necessário que o aluno saiba quais notas irão fazer parte na formação destes acordes.
Este conjunto de notas que irão fazer parte na formação dos acordes chamamos de Escala.
Por exemplo, a escala de dó.
dó? ? ré? ? mi? ? fá? ? sol? ? lá? ? si
Neste conjunto de notas iremos formar os acordes da tonalidade de dó maior.
Escala maior
A escala maior é formada por:
Escalda de dó maior:
nota fundamental? ? ? dó
2 tons ? ? ? ? ré, mi
1 semi tom? (1/2 tom)? ? fá
3 tons? ? ? ? ? sol, la, si
1 semi tom? (1/2 tom)? ? dó
? ? ? ?
Escala de sol maior:
nota fundamental? ? ? sol
2 tons ? ? ? ? lá, si
1 semi tom? (1/2 tom)? ? dó
3 tons? ? ? ? ? ré, mi, fá#
1 semi tom? (1/2 tom)? ? sol
Escala menor
A escala menor é formada por:
Escalda de la menor:
nota fundamental? ? ? lá
1 tom ? ? ? ? si
1 semi tom? (1/2 tom)? ? dó
2 tons? ? ? ? ? ré, mi
1 semi tom (1/2 tom)? ? fá
2 tons? ? ? ? ? sol, lá
? ? ? ?
Escalda de mi menor:
nota fundamental? ? ? mi
1 tom ? ? ? ? fá#
1 semi tom? (1/2 tom)? ? sol
2 tons? ? ? ? ? lá, si
1 semi tom (1/2 tom)? ? dó
2 tons? ? ? ? ? ré, mi
Relativos
Se observarmos atentamente notaremos que as mesmas notas que formam a escala de dó maior são as mesmas que formam a escala de lá menor, bem como as notas da escala de sol maior são as mesmas da escala de mi menor.
Portanto, são tons relativos:
? ? dó maior? ? ? e? ? ? lá menor
? ? dó# maior? ? ? e? ? lá# menor
? ? ré maior? ? ? e ? ? ? si menor
? ? ré# maior? ? ? e? ? dó menor
? ? mi maior? ? ? e? ? ? dó# menor
? ? fá maior? ? ? e? ? ? ? ré menor
? ? fá# maior? ? ? e? ? ? ré# menor
? ? sol maior ? ? ? e? ? mi menor
? ? sol# maior? ? ? ? e? fá menor
? ? lá maior? ? ? ? ? ? e? ? Fá# menor
? ? lá# maior? ? ? ? e? ? sol menor
? ? si maior? ? ? ? ? ? e? ? sol# menor?
?
Toda tonalidade maior tem como seu tom relativo uma tonalidade menor, e toda tonalidade menor tem com seu tom relativo uma tonalidade maior.
Guia rápido para aprender a tocar teclado para iniciantes
Este tópico é um guia não um método de teclado. Ele vai meramente dizer o que vc deve estudar, com a ajuda de um professor ou um método.
Primeiro passo: comprando o teclado
Não queira comprar o teclado mais caro para estudar. Vc deve ter um instrumento à sua altura e explorar as possibilidades dele. Quando vc tirar tudo que este instrumento te oferecer, pode trocar de teclado.
Seguindo esta linha de raciocínio, um casio CA 110, que custa em média R$ 145,00 no mercado livre, serve muito bem(sei que tô chutando pau da barraca, mas conheço um músico fenomenal que começou a estudar com ele, hoje tem um kurzweil sp-88x, mas começou com o casio)
Caso vc queira algo um pouco melhor, é interessante que o teclado tenha cinco oitavas, seja sensitivo e tenha entrada para pedal de sustain para vc ficar mais tempo com ele. Um psr-510 ou psr-240 da yamaha podem ajudar (R$ 500,00). O psr b-20 tem entrada para pedal mas não é sensitivo (R$ 400,00).
Mas tudo bem, se vc quer torrar dinheiro num teclado caro, o dinheiro é seu e o problema também rs
Segundo passo: Estudando
Esqueça tocar com ritmo, só a sua tia e a sua vó vão achar bonito. Se vc quer tocar na sua igreja ou na sua banda aprenda desta maneira:
FASE 1 – HARMONIA
Aprenda a montar os acordes, existem maneiras simples de montá-los sem precisar saber fórmulas ou decorar o dicionário de acordes. Uma delas é o famoso contar 4 e depois 3 que se alguém quiser explico melhor. Aprenda adições, acordes dissonantes, baixo alterado, etc. Aprenda a ler cifras e executar no teclado trocando no momento exato. Use o som de strings ou órgão e pronto, já pode ser o 2o tecladista de uma banda, ou dizendo chique “camerista”(ou stringueiro para os menos chiques hehehe). Se a banda não tiver tecladista, mas tiver guitarrista também dá(ele e o baterista cuidam do ritmo e vc faz só a cama)
Muito cuidado para usar os dedos corretos para cada acorde e a posição correta do pulso
FASE 2 – RITMO
Agora chegou a hora de ser o primeiro tecladista, ou poder fazer acompanhamentos sozinho, usar o som de piano do seu teclado. Aprenda a relação que existe entre a fórmula de compasso da partitura e o ritmo que você toca no acompanhamento. se for evangélico vai ter que aprender ritmos arcaicos como valsa, marcha(para quem usa HC). Para evangélicos e não-evangélicos um livro que recomendo é o técnicas de acompanhamento da keyboard editora que ensina desde os mais fáceis, rock, balada, até os mais difíceis, samba, etc.
FASE 3 – MELODIA
É hora de tocar solos, improvisos, arpejos etc., aprenda as escalas, decore-as de trás da pra frente da frente pra trás. Ee comece a tocar as músicas cifradas com a melodia. Dica: geralmente a música começa com a terça do acorde principal.
FASE 4 – INDO ALÉM
Que tal estudar harmonização(para tocar de ouvido – se vc for evangélico vai precisar MUUUUITO disto) ? Ou partitura (técnica de piano) ? A música é um infinito. Não há limites. Por mais que estude, sempre haverá uma nova técnica, ou algo a descobrir.
Espero que ajude aos iniciantes que não sabem por onde começar.
Fonte: Alemao Polaco
Manuais de todos os modelos de teclado Yamaha
Yamaha Manual Library é o site oficial e manuais da Yamaha.
Pra você que já virou meio mundo atrá do manual do seu teclado Yamaha e não encontrou, aquí vai o link do site da empresa que fabricou o seu teclado e disponibiliza todos os manuais de todos os modelos de teclados, é só colocar o modelo do teclado, visite o link abaixo:
Técnica Musical no Teclado
Se você usa a técnica correta, automaticamente você está economizando vários movimentos que são desnecessários, ganhando assim em velocidade, limpeza sonora, terá uma “pegada” mais correta e obviamente se cansará menos. O problema é que a maioria dos músicos autodidatas desconhecem a primordial necessidade de uma técnica apurada e muitos se metem a dar aula sem cuidados nessa área tonando-se então fazedores de músicos defeituosos.
Um aluno que não tem um alicerce de técnica demora muito mais para fazer proezas em seu instrumento, enquanto que o aluno preocupado em desenvolver e manter uma técnica apurada logo será um virtuoso. Por isso é comum ver alguém que faz aula há um ano tocar melhor do que outro que faz aula há dois.
QUAL A TÉCNICA CORRETA?
Os nossos dedos são por natureza despreparados e sem a coordenação motora necessária, por isso são desobedientes ao comando do cérebro. Por exemplo: determinado exercício pode pedir que você movimente apenas um dedo mantendo os demais fixos em outras posições mas você não consegue fazer com que eles obedeçam apesar de ter entendido como fazê-lo.
Para corrigir essa falha existem exercícios especiais que só terão validade se seguidos à risca, são os chamados exercícios de digitação. Neles não importa a melodia e sim os movimentos, portanto não são para fazer música e sim para fazer um bom músico.
magine que você seja um empresário que está precisando de uma secretária e apareçam duas candidatas ao cargo: uma sabe datilografar com destreza, usando todos os dedos e uma sincronia perfeita. Já a outra, despreparada, só sabe bater à máquina com dois dedos, fica procurando a letra no teclado e demora uma eternidade para acabar com o texto, pois bem, qual das duas você empregaria?
As duas sabem escrever, mas o que fez a diferença? A técnica! Assim também é com os músicos. Para ter uma técnica correta é necessário:
DISCIPLINA:
Mais vale meia hora ao dia praticando do que só pegar no instrumnto no domingo e passar o dia inteiro. O mínimo ideal seria de duas horas por dia que podem ser divididos pelo decorrer do mesmo. Você deverá estar relaxado, atento apenas para o seu estudo, livre de interrupções, numa postura correta e confortável.
Perceba se você toca encurvando-se sobre o instrumento, cuidado com sua coluna! Seja crítico e exigente com você mesmo, só mude para o próximo exercício após dominar o anterior e preste atenção nos detalhes e nas manias erradas que devem ser tiradas.
Deixe de lado toda preguiça, faça dessas horas uma obrigação, aprenda a sentir falta de praticar. Faça os exercícios exatamente como é pedido, não dê “jeitinhos” para facilitá-los, somente a prática constante irá facilitar a tornar menos cansativo qualquer exercício.
METRÔNOMO:
Esse deve ser seu companheiro inseparável! O metrônomo, além de medir seu desempenho vai lhe manter dentro do andamento correto. Com o metrônomo você adquirirá confiança e segurança e irá conhecer seus limites de velocidade para então superá-los. Mas não se afobe! Aprenda a tocar lentamente, “pianíssimo”, sentindo cada nota, a vibração, a duração, as pausas, etc. Quem pratica com metrônomo vai longe…
AQUECIMENTO:
Como qualquer outra atividade física a prática no instrumento deve ser precedida de uma aquecimento. Sair já tocando afobadamente, com a mão “fria” só fará mal para os seus tendões e poderá trazer problemas adiante.
Dicas para iniciantes (Muito Útil)
Pegar o tom, dá dor de cabeça? Depende!
1º (Para os desesperados!)
2º (Ensina muito!)
3º (Bem difícil, só para avançados)
Os efeitos!
Uma das coisas que muitos tecladistas desprezam são as ferramentas de efeitos que teclados arranjadores simples (Yamaha, Roland e etc) ou avançados (sintetizadores por exemplo!) possuem, o interessante é que muitos escolhem o melhor piano, o melhor bass, e o melhor strings, mas não usam ferramentas que em determinados locais deixariam o som do seu instrumento excepcional, estou me referindo ao Reverb, ao Chorus, e para os mais avançados o DSP (Digital Signal Processor – Processador Digital de Sinal) mais presente na linha de teclados da Yamaha.
Observem, muitos chegam ligam o teclado, “olham” o som, escolhem um banco de memória e pronto, já estão tocando, às vezes parece tudo bem, mas em certas vezes parece que falta algo?! Isso é o reverb!
Certos ambientes possuem uma ótima acústica o som ecoa de maneira natural, parece que está se tocando numa sala de concerto, em outros porém, santo Deus, o som sai seco, sem vida, sem brilho, vazio, o que seria isso? Muita coisa! Exemplos:
* A qualidade dos aparelhos de som
* A qualidade dos cabos de ligação
* A qualidade da ligação elétrica do local (isso também!)
Mais e se tudo está “ok” o que está faltando? A simulação de uma acústica melhor! Como você consegue fazer isso? Simples usando estas ferramentas:
REVERB
Os parâmetros do reverb variam desde o tipo e tamanho de salas, quartos, estádios, catedrais, “plates” (antigos reverberadores de metal), “gates’ etc., passando pela intensidade do efeito, até o timbre (graves e agudos) da reverberação, o tempo de decaimento (decay), o pre-delay, que é o atraso do efeito sobre o som seco, usado para definir o ataque do som e dar maior nitidez, e outros. Segue a lista:
Acústica de um salão: Hall 1, 2, 3, ’4, 5, M, L’ (Dependendo do tipo de teclado)
Acústica de uma sala: Room 1, 2, 3, ’4, 5, 6, 7, M, L, S’ (Dependendo do tipo de teclado)
Para Instrumentos de solo: Stage 1, 2, 3, 4
Simulação do “Plate Reverb”: Plate 1, 2, 3
CHORUS
O chorus faz oscilar a freqüência (afinação) de um “sample” (amostra sonora digital) em torno da freqüência do som original. A soma dos dois sons, o original e a amostra com afinação oscilante, sugere um efeito como o de um coro(muitas vozes!) . Pode-se regular a intensidade, a velocidade (rate) da oscilação, o distanciamento do “pitch” (afinação) original. O flanger, que funciona de outro jeito, tem efeito semelhante, porém mais dramático. Também há o phaser, o rotary, derivado das caixas Leslie(isso é outro assunto, coisa de guitarrista!), que tinham falantes giratórios motorizados, e muitos outros efeitos.
Efeito convencional de chorus rico e encorpado: Todos os CHORUS 1, 2, 3… e CHORUS GM e CHORUS FB (Dependendo do tipo do teclado)
Celeste 1, 2: Oscilador LFO(Low-frequanci Ocillation -Oscilador de baixa frequência) de 3 fases que adiciona modulação e espacialidade ao som.
Todos os Flanger’s: Cria uma sonoridade que lembra um avião a jato
Symphonic 1, 2: Adiciona mais estágios à modulação da Celeste
Phaser 1, 2, Ep phaser: Modula ciclicamente a fase para adicionar mais modulação ao som
Rotary: Simula um alto-falante rotativo (a caixa Leslie, por exemplo!)
DSP
Não posso enumerar os tipos de DSP, por que são vários, O DSP faz uma mistura de efeitos para a criação de novos timbres ou de novos tipos de reverberação, ou seja novos tipos de simulação de ambientes, imagine a sua igrejinha(no bom sentido da palavra) com o som de uma catedral? Não parece tentador? Que tal experimentar? Fazer alguns teste nos strings? como já “dizia” aquele comercial: “Experimenta! Experimenta!” Qualquer dúvida só perguntar!
Aprenda a tocar teclado sem complicações
Navegando pela internet absorvendo o que eu podia sobre teclados, achei um site muito interessante, onde até você que acha que Dó, Ré, Mi… é um alfabeto estrangeiro.
Neste site você vai aprender sem complicações, sem partituras, etc…
Se você é da IURD e pensa em tocar teclado tá aí um prato cheio, é só degustar.
O site é: http://curso-online.aulasdeteclado.com/











































