Arquivo da categoria: Dicas para Tecladistas

Dicas para Tecladistas

Dedico aos membros da IURD e de outras denominações que verdadeiramente são de Deus

Este louvor me faz lembrar a época em que era adolescente, antes de começar a reunião este louvor era tocado e via os obreiros e os membros antigos orando no pé do altar, e os que circulavam, via no semblante de cada um o próprio Senhor Jesus, não andavam cabisbaixos, conversavam orientando uns aos outros com fervor nas palavras. Hoje não vejo isto na mesma proporção, claro estamos no fim dos tempos e Jesus mesmo disse que o amor de quase todos se esfriará infelizmente mas graças a Deus o meu a cada dia tem aumentado. Espero que você também esteja assim, caso não, que este louvor lhe traga a memória como você era quando chegou e pode ter certeza que NUNCA O JUSTO É DESAMPARADO E SUA DECENDÊNCIA NÃO MENDIGA O PÃO E SE VOLTAR A CONFIAR EM DEUS, COM CERTEZA ELE MANIFESTARÁ O SEU PODER EM SUA VIDA.

DEUS ABENÇOE A TODOS!

Vídeo Aula: Como tocar teclado com 4 ou 5 dedos – Marcio Pinheiro

Dicas Diante do Trono – Metrônomo e Cifras

Roland lança processador de voz para tecladistas

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Não é de hoje que venho noticiando equipamentos específicos para vocalistas, vide a maravilhosa linha de pedais VoiceTone e a pedaleira VoiceLive, ambas da Tc-Electronics. Entram na leva já noticiada aqui no Overdubbing o Voice Box, da Electro Harmonix, e o VE-20, da Boss. Eis que na Namm 2010 a Roland também debutou um novo processador de voz : trata-se do VP-7, que, segundo a fabricante, é o parceiro ideal para os tecladistas que necessitam harmonizar vocais com precisão (assista ao VÍDEO abaixo). O equipamento cria harmonias instantaneamente, bastando somente selecionar no painel frontal o tipo de som que se quer. A seção Vocal Designer pode, automaticamente, harmonizar duas ou três vozes a partir do que é cantado ao microfone. Solução simples e rápida. Para mais informações, acesse www.roland.com.br.

Fonte Original

Carta aos tecladistas

Hoje em dia, tecladistas cristãos têm tido um pouco de dificuldade para encontrar artigos, estudos ou livros direcionados especialmente a eles. Como sabemos, há uma grande sede por material sobre louvor e adoração, e muitos acabam se perguntando: “Como devo utilizar o meu dom na obra de Deus?”, “Qual é a melhor maneira para um músico cristão realizar a sua obra?”, “O que devo fazer para dar o melhor de mim a Deus?”. Bem, este estudo trará a luz algumas dicas básicas destinada especialmente a estas pessoas que desejam utilizar o seu talento musical na obra de Deus. Leia atenciosamente as linhas abaixo:

O Aprimoramento do Dom

A Bíblia fala em Romanos 12.5 a 8: “…assim nós, embora muitos, somos um só corpo em Cristo, e individualmente uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com zelo; o que usa de misericórdia, com alegria “. Para resumir, este verso diz para nos dedicarmos naquilo em que fomos chamados a fazer. Por esta razão, a regra número 1 do músico cristão é aprimorar o seu talento musical dentro do possível. Com certeza, Deus não quer músicos preguiçosos, músicos sem vontade para treinar, músicos que não desenvolvem o seu talento. Deus quer que nós multipliquemos o nosso talento!!!

Horários e Compromissos

Este é um assunto de suma importância. Todos os músicos que querem agradar a Deus devem ser responsáveis com todos os seus horários e compromissos estabelecidos. Se acontecer o contrário, o músico estará entristecendo a Deus e magoando as outras pessoas da igreja. A irresponsabilidade de um tecladista pode fazer os outros pensarem: “Se ele pode, eu também posso!” ou “Se fulano chegou atrasado, eu também posso chegar!”. Irresponsabilidade gera mais irresponsabilidade, aí o líder terá dificuldades para exortar. Na verdade, este é um mal que deve ser cortado pela raiz. Meu querido tecladista, seja pontual!

Cuidar com a Aparência

Bem, este é um assunto delicado mas nós não podemos deixar de comentar. O músico deve fazer o possível para não estar vestido de uma forma relaxada. Isto porque ele subirá ao palco para tocar e estará à vista de todas as pessoas. Muitas pessoas podem perder a atenção ou não conseguir se concentrar na reunião por causa de vários motivos relacionados a vestimentas, sendo que o problema maior é cuidado com a roupa. Vamos ter um pouco mais de sabedoria (o nosso corpo é templo do Espírito Santo) e um pouco de amor a Deus e aos irmãos, e cuidar com o quê vamos nos vestir antes de ministrar o louvor.

Investir tempo no relacionamento com Deus

Da mesma forma que cobramos ensaio e esforço do músico, isto de nada valerá se o músico não ter relacionamento com Deus. A unção (puf!), vai embora! É um erro pensar que a unção vem da musicalidade, mas muitos ao verem um conjunto abençoado, correm para os instrumentos tentando imitar os músicos que viram, pensando que vão trazer a mesma unção. Esta é a regra mais importante de todas: o músico deve ser um adorador, um amigo de Deus! Senão acontecerá igual aos grupos mundanos: eles tocam muito bem, mas a música é vazia!!! O músico deve buscar a santidade e ter um ótimo testemunho de vida, ou tudo pode ir por água abaixo. Meus amigos, quantos músicos cristãos têm se perdido porque se dedicaram demais aos instrumentos e se esqueceram de Deus? Se você quer UNÇÃO, há duas coisas que você deve fazer todos os dias: ORAÇÃO E LEITURA DA PALAVRA! Isto é, RELACIONAMENTO COM O PAI!

Créditos: Louvores do Reino

Qual teclado é ideal para a minha igreja?

TecladosQuando vamos adquirir um instrumento musical para nosso deleite, temos na ponta da língua o que desejamos, a marca, o modelo e outras particularidades que nos auxiliam na escolha de nosso companheiro musical.

No entanto, quando vamos escolher um teclado para a igreja, surgem inúmeras dúvidas, qual modelo, marca, quantidade de teclas, etc? Neste artigo não iremos indicar qual teclado todas as igrejas devem comprar, porém, vamos verificar alguns aspectos que são importantes e que podem nos auxiliar nesta difícil decisão:

a) Necessidade da igreja
É importante que se veja a necessidade da igreja. Isto se resolve ao responder uma perguntinha básica: para quê precisamos de um teclado novo? Se for para tocar nos cultos tem que ser um bom teclado; o ideal seria um sintetizador profissional. Se o tecladista também for pianista, é claro que um piano digital seria perfeito. Agora se for algo somente para ensaio, para carregar nas salas e corredores da igreja, um teclado mais simples resolve o problema.
b) Repertório mais utilizado nos cultos

Este é um fator muito importante, visto que, o repertório tocado na sua igreja é que pode definir o perfil do instrumento ideal. Por isso, ao pesquisar nas lojas, toque diversos teclados, escute bem os timbres e veja se combina com as músicas que você toca na sua igreja.

Se na sua igreja só tem grupo de louvor, verifique então os timbres de pianos elétricos e outros efeitos sonoros mais utilizados. Se você, além de grupo de louvor, vai também acompanhar um coral com repertório mais tradicional, seja exigente nos timbres de piano, órgão e strings. Cada marca de teclado possui uma qualidade melhor para cada tipo de repertório, por isso, faça estas escolhas com calma.

c) Recurso Financeiro

Bom, chegamos no aspecto que pode viabilizar ou não o que sonhamos para as nossas igrejas: o valor financeiro do teclado. Se formos com paciência e, sem ter pressas para fechar o negócio, podemos, com o recurso que temos, adquirir um bom material para a nossa igreja.

Agora, se com o recurso financeiro que a sua igreja possuía, não foi possível comprar o teclado dos seus sonhos, não fique frustrado, agradeça a Deus pelo o que você tem. Saiba que este é o resultado das humildes ofertas de seus irmãos! Muitos fizeram sacrifícios para que este instrumento chegue às suas mãos, então, somente agradeça e toque com alegria, mesmo com as limitações de seu instrumento. Faça o melhor dentro deste contexto.

d) Tipos de Teclado
Para finalizar, é necessário que o tecladista conheça os tipos de teclados existentes, para que de forma consciente, ele adquira um material útil para a realidade de sua igreja:
Tipo do Teclado
Principais Características
Modelos e marcas mais utilizados
Sintetizadores
Possuem vários timbres que podem ser editados, através de alteração de freqüências, modulações e efeitos, criando assim novas sonoridades originais.
  • Roland: Juno-D; V-Synth; Roland VR-760.
  • Korg: KARMA e MS 2000B.
  • Yamaha: Motif (6, 7 e 8).
  • Alesis Q8.2.
  • Kurzweil K2661.
  • GEM GK2000HD.
Teclados Arranjadores
São teclados que possuem em sua memória diversos ritmos musicais (pop, jazz, rock, balada, valsa, etc.). Através deste recurso, o tecladista pode tocar sozinho, acompanhado com uma banda completa, com introdução e finalização predefinida. Também ele pode, através dos timbres de bateria, contrabaixo, violão, guitarra, etc., criar o seu próprio acompanhamento ou arranjos. Este tipo de teclado é mais comum nas igrejas.
  • Roland: E-09; E-50; E-60; E-80 EXR-5S; G-70; GW-7 e GW-8.
  • Korg Pa50;
  • Yamaha: TYROS 3; DGX 230; DGX 520; DGX 630; PSR S550 B; PSR S900; PSR S700; PSR S500; PSR E403; PSR E313; PSR E213.
  • Cassio: WK-200 ; CTK-4000; CTK-3000; CTK-2000; CTK-810; CTK-810IN TECLADO INDIANO ; CTK-700; CTK-496; e CTK-230.
  • GEM WK2000SE; GEM WK1000.
Pianos Digitais
São teclados com a quantidade variante entre 76 e 88 teclas. Estas teclas são do tamanho do piano acústico, ou seja, um pouco maior que dos teclados comuns. Além de possuir timbres de outros sintetizadores, como strings, por exemplo, a especialidade sonora do piano digital é exatamente a reprodução dos diversos timbres existentes de pianos acústicos e elétricos (gran piano, piano elétrico, etc.)
  • Kurzweil: Mark 12i; Mark Pro ONEi e Mark Pro TWOi
  • Korg SP-250
  • Roland: FP-4 FP-7 KR-103 KR-105 KR-107
  • Yamaha: P85; P140; CP33; CP300; DGX 630
  • Cássio: Linha Celviano: AP-400 / 400CY; AP-200; AP-500 e Piano Digital Contemporâneos CDP-100.
  • GEM: PRP700 e PRP800
Controladores
Muito utilizados em estúdio, os teclados controladores possuem um universo de timbres, enquanto que outros controladores não possuem nada de timbres. A quantidade de timbres, na verdade, é irrelevante, pois estes teclados, têm a finalidade de controlar outros instrumentos eletrônicos através de MIDI1. Os teclados controladores atuais já possuem entrada USB, facilitando assim o trabalho musical via computador, através de softwares específicos.
  • M-Audio: Ozone; Oxygen 8; Keystation 49e; Keystation Pro 88.
  • Korg: K25; K49; K61
  • EVOLUTION MK-449.C
  • TECHNICS SX 6000
  • Kurzweil: PC1X; PC2X; PC3.
Com esta infinidade de tipos, marcas e modelos de instrumentos (e também preços diferenciados) não precisa ficar indeciso para a escolha do teclado ideal para a sua realidade. Basta pesquisar bem e, com oração e inteligência, você saberá com ampla certeza, qual o melhor material para sua igreja.

Dsa. Vilma Martins Bertulino da Silva

Via Demap

Microfones

microfones

Todo cantor precisa saber dos acessórios básicos. Aqui estão algumas dicas pra você:Microfones

Existem 2 tipos de microfones: unidirecionais ou direcionais e onidirecionais. Para o cantor é melhor usar um microfone que seja direcional para evitar a entrada de outro tipo de som que não a sua voz. Facilitando assim a regulagem do seu microfone na mesa de som.

Polaridade: é a característica dos microfones captarem sons em diversas direções.

Microfone Onidirecional
O microfone onidirecional capta o som igualmente em quase todas as direções. Ele trabalha bem num raio de 360 graus independente da direção em que o microfone estiver apontado.

Unidirecional (ou Direcional)
O microfone unidirecional é projetado especialmente para captar melhor o som da sua frente.

“Quanto mais furinhos o microfone tem na lateral, mais direcional ele é”.

Marcas

Shure Beta 58
Sennheiser
AKG
Newmann U 87 A
Groove Tube
Audio Technica

Via: Kelen Franco

Tecladistas da IURD e sua importância na obra de Deus

[ Retirado do Blog Cristão da Universal ]

Tecladista Giovani SantosDiferente de outras denominações, a IURD trabalha com tecladistas em seus cultos. Há anos atrás tudo era bem diferente. Algumas igrejas tinham em seus cultos, vários músicos que não poderiam tocar na igreja todos os dias por devoção, mas aos domingos ou cultos a noite, tinham a maioria lá: baterista, guitarrista, baixista entre outros, mas não em todos os cultos.

Na década de 1990, o Bispo Macedo deu preferência ao teclados a orgão. Os órgãos, grandes, caros e barulhentos eram bons pra quem sabia tocar e os (tecladinhos) casio, analógico, pequenos, sem muitos recursos, com vários instrumentos, aqueles ritmos metálicos, (pó, ti, pó pó, ti, pó pó, priss) tá rindo? tá dizendo misericórdia? mas na época era a maravilha do momento, chega de cultos apenas com palmas e fundos de oração repetitivos, pois eram fáceis de levar de um lado para o outro e bom de fazer cultos em qualquer lugar, principalmente em núcleos.

Teclado Casio CZ 1000

Teclado Casio CZ 1000

Com tempo veio a proibição do uso de instrumentos que não fossem o teclado. Diversas vezes fui chamado ao gabinete pastoral (nem sei que assim que ainda chamam hoje) para conversar com o pastor e receber uma chamada por desacatar a ordem (de não sei de quem) que não podia mais usar outro instrumento nos cultos que não fossem o teclado. (Espero que na África essa lei não chegue lá nunca! Imagine um culto africano sem um atabaquezinho?).

E assim os anos foram passando e os músicos (aqueles que estudaram música, com carteira da OMB) foram deixando a iurd e se mudando para outras denominações onde não pudessem enterrar seus talentos musicais. Infelizmente eu não fiz isso e me arrependo, mas Deus me deus um espaçozinho depois de 10 anos pra tocar com meus irmãos.

Aos poucos, fomos conhecendo diversos tecladistas, como conhecemos hoje os Bispos que aparecem na mídia. Tecladistas como Israel que tocava na IURD Abolição o tão famoso teclado Yamaha Clavinova, um tecladão montado numa estante que pra carregar, só num carro como kombi aberta ou caminhão baú. Tinha uma outra obreira que tocava teclado na IURD Botafogo, que usava maria chiquinha, mas não lembro o nome dela, quem souber comente.

Ainda na década de 1990, os tecladistas eram jovens, às vezes adolescente, que tocavam por devoção e pelo almejo de crescer na obra. Com tempo começou a surgir os tecladistas assalariados. Não sei dizer bem como é hoje, mas eu tinha irmãos que tinham carteira assinada pela iurd. E como era a roda dos tecladistas? Simples, aqui no Rio eles queriam tocar apenas em igrejas sedes, Abolição e Botafogo que era onde ficavam as igrejas que a IURD fazia suas programações.

Tinha também a guerra de teclados, algumas igrejas tinham o Roland D20 enquanto outras JV1, a maioria eram da CASIO ou Yamaha das familias PSR como o PSR 500 e de quem toca em sede e quem toca igreja. Igualzinho acontece hoje com os obreiros das catedrais quando conversam comigo por msn perguntam: Você é obreiro de Catedral ou de igreja de bairro? ou Igreja de rua? comentários?***

Yamaha PSR-500

Yamaha PSR-500

Falando em PSR 500, tenho uma história bonita e triste sobre ele. Vamos primeiro a bonita. Não me lembro se em 1991 ou 1992, o tecladista da minha igreja, hoje pastor Claudio Marcio que está na paraíba, tinha um sonho e nos fez sonhar junto com ele. Nossa igreja tinha um teclado casio antiguíssimo que o grupo jovem ganhou num torneio de futebol contra a igreja da abolição, acho que foi 7×0 para a IURD Padre Miguel; E, ele queria que a igreja tivesse esse teclado, o PSR 500. Era um tecladão com 5 oitavas (depois eu explico que é isso) com teclas grandes, um painel reluzente e uns instrumentos excelentes, bem reais para época, com pitch, transposer e aquele botão que ficava do lado direito do teclado pra fazer as notas vibrarem.. não lembro o nome, depois comentem aí, se eu não me engano é esse botão que se chama pitch.

Ele tinha uns ritmos excelentes pra época, mas era o olho da cara! Carérrimo e meu pastor na época, não queria saber de comprar, mesmo sabendo que o nosso tecladinho já não tinha teclas pois haviam soltado (também trabalha de domingo a domingo o dia todo né?); Mas a fé, remove montanhas e gera milagres. Claudinho (para os íntimos) reuniu os obreiros, deu um envelope pra cada um até para o grupo jovem para participarmos da compra do teclado que seria excelente para igreja, passou a fé para nós e começamos a viver a fé com ele até comprarmos o tão sonhado teclado que o mesmo o batizou de ABRAÃO, pois foi um teclado comprado pela fé.

Vamos a história triste?

Não sei foi no mesmo ano, não sei também detalhes, mas me parece que a minha igreja, que era sede de 20 igrejas, de bairros de 20km de distância da nossa, como honório gurguel, marechal hermes, camboatá, estrada do sapê, entre outros, não tinha melhor oferta, ou não arrecadava o mesmo com a saída do Bispo Randal, mas, se é verdade ou não, a minha igreja deixou de ser sede para se tornar subordinada a IURD Realengo (o que graças a Deus não ficamos subordinados muito tempo nos tornando mais cedo possível, igreja idependente “explico também por quÊ outra hora) .

Mas o fato triste não era a mudança de sede, não, era que realengo não tinha nada… que a IURD padre miguel tinha, então, um dia eu estava na igreja e nas paredes laterais da igreja não tinham mais as caixas de som, no altar não tinha mais a mesa para microfones e nem o teclado e o tecladista e o pastor estava fazendo culto com uma caixa amplificada velha que usávamos no grupo jovem. ???? Não entendia nada, não entrava na minha cabeça, além de perder pra outra igreja (até os melhores bancos de madeira antigos e bem envernizados pelo grupo jovem) foram embora ficando apenas os bancos brancos e velhos, além de quebrados.

Mas a tristeza toda mesmo, é perdermos o tecladista e o teclado para a igreja Rival (é estranho esse nome, igreja rival, mas era assim que tratávamos uns aos outros infelizmente). Ficamos com uma revolta e tristeza profunda com Claudio Marcio, por sair de padre miguel para tocar em realmengo e com nosso teclado!! comprado com nosso suor. Aquele teclado passou a ser um Bem que tínhamos o prazer de ouvir e ver, pra depois se tornar a tristeza do momento… mas já passou.

TECLADISTAS HOJE.

São os tecladistas nos dias de hoje que sabem melhor que qualquer obreiro por onde anda o pastor, a sua agenda, o que faz. Alguns dormem na igreja e já a abrem para tocar no primeiro culto. São os mesmos que também são responsáveis pelo som da igreja que ficam escondidas atrás de uma sala com ar condicionado e trancado.

Alguns são contratados pelo pastor. Onde eu for tu vai atrás eliseu. O pastor muda de igreja e o tecladista vai junto. Outros têm respostas na língua: Só faço o que o pastor mandá! Não participa da reunião de grupo jovem (o pastor não o paga pra tocar nessas reuniões) é… vocação não é pra todos.

Em 2006 para 2007 ensaiei durante 3 meses para um coral de fim de ano, para tocar na virada, onde não pude ligar os microfones e os outros instrumentos… motivo? Não tinha autorização para mexer no som, somente o tecladista Júnior (tecladista da época); O culto começava às 22h e ele chegou às 21h55. Resultado? cantamos sem instrumentos.

Em 2008 / 2009, eu queria cantar com o coral. Cantar e reger, fiz 35 jovens sonharem com o momento, cantando a música Santo do grupo toque no altar, do dvd restitui, música 14, grandioso louvor e queria cantar idêntico ao dvd. Não tem playback para dvd, então dei ao tecladista 3 meses antes um CD com a música para ele ensaiar. Duas semanas depois sentei com ele e só faltava detalhes.. beleza… Aluguei becas, sonhei com o momento, ensaiei jovens idêntico ao dvd, fiz com que sonhassem com o momento e quando foi no dia 31/12/2008 às 22h30 me chega o tecladista… eu estava esperando como sempre, o tecladista pra pode mexer no som, pois só ele tinha autorização e as chaves. Eu precisava ligar 2 microfones sem fio e 2 com fio e fazer uma passagem de som com o coral que estava vestido com beca desde das 21h, num calor infernal… 22h55 o pastor já estava na porta: vombora!! E o tecladista me pergunta na hora de subirmos pra cantar: Qual é a música mesmo? Qual é o tom? … o tecladista não sonhou comigo, não deu valor ao meu trabalho musical e a grana de investimento… foi um fiasco… quem não gosta de mim estava gargalhando a derrota em cima do altar e eu desci arrasado… Tínhamos que cantar 2 músicas, mas só cantamos 1 e pronto e quis descer e me esconder.

Mas, diante dessas falhas e outras tem gente nova está se destacando, com desejo de aprender, pregando a humildade e compartilhando conhecimentos, desejos, técnicas, seja na internet ou pessoalmente no Bob’s da Catedral do Rio, lançando CDs, participando de comunidades, criando sites pra compartilhar suas músicas e isso faz apagar e renovar a imagem de uma categoria e faz desejar que outras pessoas desejem o mesmo que eles: Ajudar o crescimento na obra de Deus com louvores ao Rei, sendo o melhor no que fazem, tocando teclado na Igreja Universal.

Continuando assim, não haverá igrejas sem tecladistas, como hoje ainda temos.

As 3 fases de um tecladista

crescerA PRIMEIRA FASE

É justamente o início de tudo, onde o futuro tecladista, por não saber absolutamente nada, se propõe a aprender de tudo e de todos. Nesta primeira fase, o jovem músico sabe de seu real conhecimento,ou seja:Quase nada.Mediante esse fato aceita conselhos, ensinamentos, dicas e até mesmo repreensões.

É a fase em que ele faz de tudo para estar perto de alguém mais experiente para poder obter coisas novas; é a época em que está conhecendo mais sobre seu instrumento, suas marcas e características…Enfim, é a época das descobertas e do primeiro amor! Normalmente essa pessoa está sempre pronta para ouvir e sabe se colocar no seu devido lugar.

A SEGUNDA FASE

É a mais complicada de todas. Neste ponto, na maioria das vezes, o tecladista deve ter estudado um pouco, aprendeu algumas coisas (eu disse “algumas”), mas aonde chega quer fazer um “workshop” para mostrar a todos o que sabe.

Não aceita ser corrigido, é cheio de si,se for colocado em um lugar menor -ou se tem um teclado inferior- logo diz que foi injustiçado por se considerar um ”talento escondido”; não ensina e nem tampouco ajuda os que estão começando…Resumindo,ele se torna SOBERBO.

Soberba é um sentimento enganoso, pois leva a pessoa achar que é melhor do que realmente é, que é maior do que realmente é, se colocando acima dos outros e, ainda pior, levando-o pensar que sabe mais do que qualquer um.

Foi exatamente isso que aconteceu com Lúcifer.Ele, através da soberba, teve sua referência de autoridade perdida, o que o levou a pensar que era maior que o Altíssimo, imaginando até mesmo que subiria acima das nuvens e ali faria o seu trono.

Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra tu que prostravas as nações!

E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu; acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono; e no monte da congregação me assentarei, nas extremidades do norte. Is 14: 12-13

Foi este terrível engano que o derrubou:Achar que era, quando não era!

Ainda falando sobre os tecladistas desta segunda fase, existe um espírito de crítica que os ronda, fazendo com que suas palavras sejam sempre negativas a respeito do trabalho dos demais.Desferem observações que, na sua maioria, não condizem com a verdade e, mesmo que fossem verdades, palavras de chacotas, risadas e críticas destrutivas, devem estar bem longes de nossos lábios!

Assim também a [língua] é um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quão grande bosque um tão pequeno fogo incendeia. A [língua] também é um fogo; sim, a [língua], qual mundo de iniqüidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno. Tg 3: 5-6

Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com
que medis vos medirão a vós. Mt 7: 2

A TERCEIRA FASE

Só é alcançada por quem consegue, através da Palavra de Deus, amadurecer! A maturidade espiritual do tecladista o levará a entender coisas que,sem tempo e experiências, lhes seriam impossíveis saber.

Conforme ele vai crescendo, técnica e espiritualmente, naturalmente passará a ver tudo com outros olhos, já que ao longo do caminho adquiriu boa técnica, bons relacionamentos e, mesmo através de alguns “tombos”, aprendeu a se colocar no seu devido lugar.

Nesta altura da vida, ele certamente fez muitos sacrifícios e pagou um preço alto para conquistar seus projetos musicais e adquiriu a consciência de que, para desenvolver e ter um ministério abençoado, não é necessário se gloriar e bater no peito por se achar maior e melhor do que ninguém.

Neste momento o tecladista não se importa em mostrar o que sabe e nem tampouco está preocupado com o que as outras pessoas estão dizendo a seu respeito.Ele está pronto para oferecer somente a Deus o verdadeiro louvor, sem nenhum impedimento.

É esta fase que devemos buscar em nossas vidas: A maturidade cristã/espiritual/musical, para que sejamos bênçãos (e não um peso) para nossos líderes e colegas.

Lembre-se, você pode mudar o rumo das coisas em sua vida e em seu ministério. Seja humilde, pois só assim o seu crescimento será moldado na Palavra de Deus e, consequentemente, serão abençoados todos os teus caminhos!

Que estas palavras lhes sirvam de ajuda, independentemente da fase em que você se encontra.

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