Arquivos da Categoria: IURD
IURD
Oramos agora – Pastor Macedo – 1979
Ouça esta música, gravada em 1979 pelo, na época, Pastor Macedo, hoje, o nosso pai na fé, Bispo Macedo.
Nota: a canção foi gravada em disco.
O que é a Universal?

O que é a Universal? Ou talvez seja melhor perguntar “quem é a Universal”?
A Universal é a Dona Cleusa, que cumpre diariamente jornada tripla, como mãe, esposa e vendedora de planos de saúde.
E também é o Paulo Victor, advogado tributarista, professor universitário, casado e pai de três filhas.
E ainda a Maria Paula: empresária de sucesso, dona de uma rede de lojas e avó dedicada que sempre reserva um tempo livre para os netos.
Ou o casal de micro agricultores Flávio e Rita que, com trabalho de sol a sol, conseguiu mandar dois filhos para a universidade.
Olhe ao seu redor. Esta é a Universal. Milhões de pessoas no Brasil e em outros 180 países, como você, seus vizinhos e colegas de trabalho. Gente que luta, que constrói o próprio destino com alegria, trabalho e fé.
São as vidas de homens e mulheres que batem no peito e dizem, com orgulho:
- Eu sou a Universal!
Conheça pessoas que são a Universal:
Nome: Ana Paula. Para mais informações, clique aqui: www.eusouauniversal.com/Ana Paula
Nome: Sander Ascêncio. Para saber mais, clique aqui: www.eusouauniversal.com/Sander Ascêncio
Nome: Giovanni Andrade. Para saber mais, clique aqui: www.eusouauniversal.com/Giovanni Andrade
Nome: Marcelo Brasil. Para saber mais, clique aqui: www.eusouauniversal.com/Marcelo Brasil
Nome: Marta Barreto. Para saber mais, clique aqui: www.eusouauniversal.com/ Marta Barreto
Visite o site oficial: www.EusouaUniversal.com - guarde no seu navegador
Siga a campanha nestas redes:
Facebook: www.facebook.com/EusouaUniversal - curta
Twitter: www.twitter.com/EusouaUniversal – siga @EusouaUniversal
Youtube: www.youtube.com/EuSouaUniversal - inscreva-se (siga) o canal e receba os novos vídeos
Fonte: Blog do Bispo Macedo
E.Q.U.I.L.Í.B.R.I.O
Há muitos meses tenho batido nessa tecla, é necessário que o povo de Deus tenha EQUILÍBRIO nas suas ações, na obra do Senhor, nas idéias… O que tem de gente extremista não está no gibi. É gente que não quer ser próspero pra não perder a salvação daí ficam miseráveis e perdem do mesmo jeito. Tem aqueles que querem a prosperidade mas deixam seu trabalho criar pernas, calda e chifres e quase se matam no serviço e se enfraquecem na fé. Tem aqueles que fazem projetos na obra de Deus mas tiram completamente o foco que é ganhar almas. Do outro lado tem aqueles que fazem coisas infantis, sem conteúdo que não atraem nem o diabo. Tem aquelas que com medo de não andarem de forma vulgar, andam mal arrumadas, fedidas, com cara limpa daí se amarguram por não conseguirem casar, são vítimas de chacota por andar de qualquer jeito. Já tem outras que exageram daí não entendem porque levam cantadas a torto e a direito nas ruas, casam com alguém que só valoriza o exterior, ou se preocupa tanto com o exterior que dentro parece um túmulo. EQUILÍBRIO, EQUILÍBRIO, EQUILÍIIIIIBRIO!
Tenham um bom dia!
Reunião na aldeia
Boa tarde, bispo!
Como o senhor nos orientou, nós começamos, no sábado, as reuniões nas aldeias.
Inclusive, abrimos aqui o ‘Ministério das Aldeias’. Coloquei um pastor que fala as línguas locais como ‘ministro das aldeias’. O trabalho dele será fazer com que tenhamos todo final de semana reuniões nesses locais mais distantes do país. No último final de semana, foram feitas em 12 aldeias, e muitas pessoas entregaram a vida para Jesus.
Fiz a reunião numa aldeia no meio do nada. Ela fica perto da fronteira de Moçambique com a Swazilândia. Levei alguns pastores e obreiros. Foi uma grande bênção para o povo e, principalmente, para nós.
Louvado seja Deus pela sua vida, pois o senhor, do outro lado do mundo, viu o que nós, desculpe, o que eu, no local, não vi. Já temos mais 12 aldeias para visitarmos neste sábado.
Segue o vídeo com as imagens da reunião. Muito legal.
Bispo João Leite (no blog do Bispo Edir Macedo)
Entrevista com o bispo Sérgio Correa
No auge da carreira, atleta abandona o futebol para atender ao chamado de Deus. Ele fala sobre a busca pelo sucesso profissional e a realização em fazer parte da família Igreja Universal.

Foto: Ticiana Bitencourt
O semblante sério logo é substituído pelo olhar atencioso de quem parece estar sempre pronto a servir. Assim é o Bispo Sérgio dos Santos Correa, 46 anos. Nascido na capital do Rio de Janeiro (RJ), ele é, atualmente, o responsável pelo trabalho evangelístico da Igreja Universal do Reino de Deus no estado de Alagoas, atividade que exerce junto com a esposa Daisy Baptista Correa, com quem é casado há 24 anos, e o filho Victor Correa.
O pai era gráfico e a mãe uma dona de casa que engravidou dele quando já estava com 40 anos de idade. Uma família oficialmente católica, durante a semana, e frequentadora das casas de encostos, às sextas-feiras. Em entrevista exclusiva, o Bispo Sérgio Correa fala sobre o passado de sofrimento, o período em que foi jogador de futebol profissional e a realização de servir a Deus.
Como foi a infância do senhor?
Assim que eu nasci, minha mãe descobriu um relacionamento extraconjugal do meu pai e decidiu que, a partir daquele momento, o casal dormiria em quartos separados. Uma decisão que durou por toda a vida.
Meu pai, apesar de ser um bom profissional, mergulhou no vício da bebida, envergonhando a família. Os fins de semana e datas festivas eram sempre um tormento. As brigas entre os familiares ocorriam dentro e fora de casa. Meu pai ainda mexia com as esposas de outros homens, despertando a ira dos vizinhos. Lembro-me que, certa vez, um desses homens foi até a minha casa tentar matá-lo.
Meu pai tinha manifestações com entidades e minha mãe também frequentava as casas de encostos. Éramos oficialmente católicos durante a semana e às sextas-feiras, buscávamos os espíritos. As brigas foram marcas fortes que ficaram na família nessa época. Um período em que minha mãe contraiu uma tuberculose, que consumiu dela um pulmão e meio; meu irmão mais velho se revoltou e saiu de casa, passando anos sem falar com a minha mãe; outro irmão morreu aos 16 anos, vítima de parada cardíaca; uma irmã adquiriu um tumor no seio que progredia para um câncer; e eu também fui acometido por uma doença, sem diagnóstico médico (depois soube que tinha sido um feitiço feito para mim), que me fez perder o movimento das pernas. Na época, eu já era jogador de futebol.
Como surgiu o jogador profissional?
Eu sempre fui muito apegada à minha mãe e, por isso, acabava absorvendo todos os problemas de casa, embora fosse ainda muito jovem. Como o que eu mais gostava de fazer era jogar futebol, e tinha como foco chegar a ser um atleta profissional, acabava sendo o campo de futebol um refúgio, um lugar onde eu esquecia os problemas de casa.
No período em que eu adoeci, minha mãe começou a frequentar a Igreja do bairro Padre Miguel, no Rio de Janeiro (RJ), à época com dois anos de existência. Ela, então, me perguntou se eu queria ir até lá. Na época, eu estava há semanas sem me alimentar e quase sem o movimento das pernas. Um tormento para quem tinha como maior desejo ser um jogador de futebol profissional.
Acompanhado pela minha mãe, cheguei à IURD numa quarta-feira. Lembro que, a princípio, achei a reunião muito chata porque eu estava sentindo muitas dores, a ponto de não conseguir ficar em pé. Até o pastor começar a orar. A partir daquele momento, quanto mais ele falava, parece que a voz dele penetrava nos meus ouvidos e fazia uma revolução dentro de mim, o que me provocou ânsia de vômito. Acabei vomitando muito dentro da igreja, na hora da oração. E quanto mais eu tentava evitar, mais eu vomitava.
Então, imediatamente, eu voltei a sentir minhas pernas, senti fome. Nos dias seguintes (quinta e sexta-feira), voltei à igreja e, de novo, vomitei muito. Uma obreira, que nos atendeu, disse à minha mãe que aquilo era resultado de um trabalho de bruxaria feito para mim. Comecei ali um processo de libertação na igreja, retomei as atividades no futebol, mas, a princípio, eu não me converti. Passei a ser um mero frequentador.
O que fez o senhor se converter de verdade?
Aos 17 anos, jogando no Campo Grande Atlético Clube, no Rio de Janeiro, fui convocado para a Seleção Brasileira Juvenil de Futebol. Um momento em que passei a pegar firme na Igreja; parecia até um cristão autêntico.
Logo depois, houve uma seleção para disputar um torneio internacional em Cannes, mas fui substituído por outro jogador da mesma idade, que já era profissional a mais tempo do que eu. Aquilo me causou uma frustração muito grande. Psicologicamente abalado, meu rendimento começou a cair e logo saí da Igreja. Pensei até em abandonar o futebol. Como eu ainda não tinha nascido de novo, não tive estrutura para suportar aquele momento difícil, o que levou alguns anos até eu conseguir superar.
Eu recordo-me de uma partida na qual eu joguei muito mal, sendo até substituído. Nesse dia eu chorei muito. Estava angustiado por não saber o que estava acontecendo comigo. Então, a Dona Creuza, uma amiga da família e membro da IURD, disse que ia orar por mim. Na quarta-feira fui jogar contra o Fluminense, partida na qual eu joguei muito bem. Isso foi dia 5 de setembro de 1984. Na quinta-feira, aos 20 anos de idade, eu tomei uma decisão e entreguei a minha vida para Jesus. No mesmo período, eu me tornei um jogador de futebol profissional e o meu interior foi mudando. Comecei a me envolver com Deus, com as coisas da Igreja, fui abandonando os maus costumes, até que eu tive a maior experiência que um homem pode ter: um encontro com Deus. Houve uma transformação dentro do meu ser. Dali em diante, todo o meu interior mudou e a minha vida foi dividida entre o antes e o depois.
Como se deu o chamado de Deus para o altar?
Após meu encontro com Deus, minha esposa também passou a frequentar a Igreja e se converteu, foi quando comecei a recuperar minha auto-estima, a minha vontade de jogar futebol. Reconquistei minha forma, fiz um excelente campeonato, mas já começava a me sentir um peixe fora d’água dentro do campo de futebol. Nesse tempo, eu já era obreiro. Eu era ovacionado, muito assediado pela imprensa e torcedores, estava começando a concretizar aquele que, até então, era meu grande sonho. Por outro lado, eu já fazia reuniões, ajudava os pastores, e, fazendo uma oração pelo povo, sentia aquela realização que eu imaginava sentir no estádio de futebol. A confusão tomava conta da minha cabeça. Comecei a orar pedindo uma resposta a Deus.
No final desse ano, em que disputei o campeonato sul-mato-grossense, eu recebi a proposta dos sonhos: o São Paulo se interessou pelo meu futebol. Houve, então, um contato entre os clubes e foi divulgado que eu estava sendo transferido para o São Paulo Futebol Clube a fim de assumir o lugar do meia-esquerda Pita, que estava sendo vendido para um clube fora do País. Acabando as férias, eu iniciaria os trabalhos no São Paulo.
Nesse meio tempo, eu participei de uma reunião no Maracanã, com o Bispo Edir Macedo, num domingo. Foi uma reunião muito forte, onde tudo se definiu. Na segunda-feira, o Pastor da IURD de Padre Miguel (RJ) perguntou se eu tinha coragem de largar o futebol e ingressar na obra de Deus. E eu respondi: sim!
Como é conciliar a responsabilidade de ser bispo, marido e pai ao mesmo tempo?
Ser Bispo, marido e pai, ao mesmo tempo, torna-se fácil porque, além de ter uma esposa convertida, nascida de Deus, e focada no mesmo propósito, eu tenho um filho também no mesmo objetivo.
Eu me lembro de um momento em que eu fui transferido para outro estado e meu filho me abraçou e abraçou a minha esposa, os três juntos – cabeça com cabeça – e disse: “Pai, nós estamos juntos. Para onde nós formos, Deus é com a gente. A gente está unido”. Então, assim fica fácil. Quando você tem um casamento sólido e a sua esposa e filhos estão no mesmo espírito, focados no mesmo propósito de ganhar almas e transformar a vida das pessoas, a renúncia, nesse sentido, passar a ser imperceptível.
Diante de tantas responsabilidades, quando há algum tempo livre, o que o senhor costuma fazer?
Eu gosto de jogar futebol. Sempre que dá, me reúno com os pastores e jogamos um pouco. Alguns até pedem umas aulinhas.
Este ano (2010) a IURD completou 33 anos de existência. O que o senhor tem a dizer?
Desde o dia em que comecei a frequentar até hoje (2010), são 31 anos de Igreja Universal do Reino de Deus, a qual, como membro, considero a minha casa, o meu quarto, o lugar mais confortável. Como missão, ela é a última. Eu não vejo outra igreja que tenha a intenção que existe no interior da liderança da Igreja Universal. Eu amo a Igreja Universal do Reino de Deus.
O que o bispo Macedo representa para o senhor?
No mundo atual, ele é a expressão dos heróis do passado que fizeram história com Deus. Na atualidade, um Abraão que se destaca pela fé e sacrifício; um Moisés que se revelou como libertador de Israel; um Josué que tinha a marca da perseverança; um Davi que era homem de guerra; um Elias que era considerado pelos inimigos da época o perturbador de Israel e, sobretudo, o servo do Senhor Jesus que estabeleceu seu ministério na justiça, misericórdia e fé, curando, libertando, ensinando e salvando todos quantos desejavam.
Qual o conselho o senhor dá aos jovens que desejam fazer a obra de Deus?
A obra de Deus é como uma rosa: muito bonita, mas tem seus espinhos. Muitas vezes, encantados pela beleza, você pega a rosa de qualquer jeito e esquece os espinhos. Isso porque nós somos considerados o lixo desse mundo. Quem faz a obra de Deus, no Brasil, especialmente, é taxado como qualquer coisa, menos como sério, seja pela imprensa, pela mídia ou pela sociedade, esta que torce o nariz quando ouve a palavra “bispo”. Pastor tornou-se sinônimo de ladrão, enganador, bandido. Nós não temos o apoio do mundo. Esse é o lado espinhoso da obra de Deus. Mas quando você consegue vencer esse lado, logo percebe a beleza da obra. O jovem precisa estar consciente de que vai enfrentar muitas adversidades, e estar focado num único propósito: ganhar almas, seja onde for, esteja onde tiver, na posição que o Espírito Santo quiser que ele fique.
Fonte: Arca Universal
Por Cristiane Calaça / Fotos: Bruno Delgado
O Bispo Macedo há 16 anos e hoje – Você vê alguma diferença?
Concentração com o Bispo Edir Macedo no Ginásio da Portuguesa/SP
Assista o vídeo e veja que o Espírito da Igreja Universal nunca mudou. A revolta é a mesma!
IURD socorre familiares da tragédia em Santa Maria (RS)
Pastor Carlos Cucato, responsável pelo trabalho humanitário local, tem organizado mutirões para realizar doação de sangue e água mineral.

Na madruga do último domingo (27), por volta das 2h30, ocorreu na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, um incêndio na boate Kiss, localizada na região central do município, que deixou um saldo parcial de 231 pessoas mortas e mais de 100 feridos, na maioria jovens universitários. O Corpo de Bombeiros acredita que o incêndio começou com um sinalizador lançado por um integrante da banda que fazia show na festa. Por conta do drama, a prefeitura da cidade decretou luto oficial de 30 dias e anunciou a contratação imediata de psicólogos e psiquiatras para acompanhar as famílias das vítimas.
Para amparar os familiares, amigos e pessoas próximas às vítimas, voluntários da Igreja Universal de Santa Maria e das regiões próximas estão fazendo um trabalho humanitário intenso, com a intuito de ajudar e minimizar parte da dor.
“Desde que soubemos da tragédia enviamos máscaras, luvas descartáveis e cerca de 150 voluntários do grupo Força Jovem, do Agente da Comunidade e Godllywood, que ainda estão de plantão. Além disso, mandamos água e alimento para as pessoas que estavam ajudando no resgate e àquelas que se encontram no local para fazer o reconhecimento dos corpos”, conta o pastor Carlos Cucato, responsável pelo trabalho local.
De acordo com o pastor, mais de 200 voluntários também já estão sendo levados de ônibus ao Hospital de Santa Maria e aos próximos para realizar doações de sangue aos hospitalizados. Ele salienta ainda que esse número de pessoas continuará aumentando, até que o socorro e prestação de serviço sejam completamente realizados.
“Creio que nossa vontade reflete a vontade de Deus neste momento: trazer para perto essas famílias que estão sofrendo, consolar, confortar e fortalecer. Fazer o possível para ajudar é o espírito da Igreja Universal”, comenta o bispo Edir Macedo, em seu blog oficial.
Nesse momento de luto é preciso unir forças. “Peço que incluam os familiares daqueles que sofreram a tragédia em suas orações. Já estamos ajudando os bombeiros e há no Rio Grande do Sul um mutirão para doação de sangue e arrecadação de água. Quanto mais apoio melhor”, apelou o pastor Cucato.
Os voluntários e interessados em contribuir de alguma maneira devem procurar o Cenáculo do Espírito Santo mais próximo, que servirá de centro de ajuda ou entrar em contato através do e-mail: sossantamaria@r7.com .
Fonte: Arca Universal
Nota oficial da IURD sobre a reportagem da revista Forbes

A Verdade sempre prevalece
Tocada pela legítima indignação dos fiéis, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) bem como seu fundador, bispo Edir Macedo, vêm a público apresentar algumas considerações e desmentir a reportagem “Bispo Edir Macedo é o pastor mais rico do Brasil com uma fortuna de US$ 950 milhões”, publicada pela revista “Forbes” e repercutida por vários veículos de comunicação.
1. A Rede Record de Televisão é o único bem do qual o Bispo Macedo é proprietário, como é de amplo conhecimento. A Record como empresa está confiada a ele com o aval das autoridades, dos seus milhares de funcionários e artistas, dos milhões de fieis da IURD, e dos seus telespectadores (de todas as religiões) que a tem feito a segunda emissora do país;
2. Deste único bem que possui, o bispo Macedo não recebe salários, nem tem retirada de lucros — nunca recebeu até hoje nem um centavo da empresa. Não vive dessa atividade, mas é dependente do seu próprio trabalho como pastor evangélico;
3. Fora a Record, o bispo Macedo NÃO possui qualquer outro patrimônio pessoal, inclusive já tendo doado alguns imóveis para a IURD, imóveis estes que foram adquiridos com seus próprios recursos de direitos autorais;
4. A mentirosa informação sobre o patrimônio do fundador da IURD foi baseada em um apanhado de velhas mentiras publicadas na Imprensa e repetidas por aqueles que fazem do PRECONCEITO contra a fé o motor de sua cobiça sem fim pelo poder, sempre tentando manipular a opinião pública;
5. O que, então, motivaria tal reportagem da Forbes e outras do mesmo gênero? A sempre repetida intenção de tirar a credibilidade de uma Instituição honrada e seu líder que tem ajudado milhões de famílias em mais de 180 países;
6. Esclarecemos ainda que a Igreja Universal não foi sequer procurada pelo autor da reportagem para confirmar se as informações eram corretas, o que demonstra o desprezo que o jornalista teve pela verdade;
7. Informamos que a Igreja Universal, bem como o bispo Edir Macedo tomarão as medidas judiciais cabíveis;
8. O bispo Edir Macedo é um líder evangélico respeitado por milhões de pessoas no Brasil e no mundo, cuja única riqueza é a fé que o tem levado há quase 50 anos a dedicar sua vida ao Evangelho e a ajudar as pessoas. Basta verificar os milhares de testemunhos espalhados pelo mundo afora.
Dia Mundial do Clamor pela Mães que Choram
Gostaríamos de convocar todos os obreiros, evangelistas, jovens e membros para levar na igreja o maior número de mães no dia 10, no Dia Mundial pela Mães que Choram às na reunião principal de sua IURD. Posso contar com você? Você vai lutar conosco sim ou não?

Assista abaixo, o Bp. Sérgio Corrêa falando sobre o dia 10 de fevereiro.
Estudo das 7 Igrejas (Bispo Macedo) – 20/01/2013
Santo Culto realizado neste Domingo, 20 de Janeiro de 2013 às 18h00 que foi transmitido de Lisboa (Portugal) à todos os Cenáculos do Brasil, via videoconferência.










