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Usei minha inteligência – Testemunho da Universal
Logo que comecei a ir pra Universal, muitos colegas diziam: “Sai dessa! Procura outra igreja, menos a Universal!”
Eu disse: “Engraçado, a única que não presta é a Universal, pois é lá que vou ficar e vou vencer! Vocês verão a glória de Deus na minha vida.”
Meu esposo mandou escolher entre ele e a igreja. Disse que escolhia o Senhor Jesus.
Se eu for contar o que passei, ficarei horas digitando. Sei que não foi nada fácil. Garanto que muitas pessoas, se estivessem em meu lugar, desistiriam.
Lembro quando a sobrinha do meu esposo, que foi obreira da Universal, recebeu um telefonema de uma tia dela usuária de drogas, dizendo: “Você vai perder esta batina…”, zombando.
E disse mais: “Vá pra Igreja Mundial, lá é melhor.”
Eu pensei: “Uma pessoa perturbada, drogada, dizendo pra sair da Universal e ir pra Mundial? Havia algo estranho.
Gente, o diabo é inteligente, cuidado!
Ele sabia que se ela permanecesse na Universal, ia vencer. Acabou que ela, infelizmente, caiu.
Creio que Deus vai levantá-la
Luzinete, no blog do Bispo Macedo.
Vai para qualquer igreja! – Testemunho da Universal
Tenho 38 anos de idade e 20 anos de Universal.
Na minha adolescência, quando eu era oprimida, cheia de problemas, passava noites em claro, vendo vultos, ouvindo vozes e sentindo cheiro de charuto a madrugada inteira. Minha mãe já estava indo para a igreja, e numa noite dessas, liguei o rádio e fiquei ouvindo o pastor pregar.
Imediatamente os demônios manifestaram mais forte ainda.
O cheiro do charuto ficou mais forte e eu “ouvia” eles gritarem: “Vai para qualquer igreja, menos a Universal! Vai para a Batista… Lá é legal, não tem esse negócio de expulsar espíritos que você tem medo, tem música, jovens…”
Foi aí que eu usei a fé inteligente!
Ora, por que não a Universal?
Falei para mim mesma: Pronto, descobri onde encontrarei a solução para todos os meus problemas. E foi o que aconteceu, só não esperava que a solução fosse tão grande como foi!
Não tenho palavras para dizer o que Jesus fez na minha vida por meio da Igreja Universal do Reino de Deus. Libertação, família, vida financeira resolvida e, acima de tudo, minha Salvação!
Há 20 anos que o capeta leva fogo por meio da minha vida!
Aline, no blog do Bispo Macedo.
Porquê o Monte Hermom? – 5º dia do Jejum de Daniel – 6ª Edição

Por que Jesus escolheu o Monte Hermom para ser transfigurado?
Por que escolheu apenas Pedro, Tiago e João como testemunhas?
Jesus não falava nada desnecessário, não pensava bobagens, não atentava para o fútil nem o vulgar, não andava à toa, não passeava, não tinha interesses pessoais, não era curioso, enfim, não gastava Sua vida com banalidades.
Ao escolher Pedro, Tiago e João para O acompanharem ao pico do Monte Hermom, sabia o que estava fazendo. Sua escolha não foi ao acaso e nem Se preocupou se os demais ficariam magoados ou ressentidos. Ao contrário, por conta de Seu objetivo bem definido, escolhia o que devia ser escolhido e fazia o que precisava ser feito. Mais tarde, Pedro viria testemunhar, dizendo:
“Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da Sua Majestade, pois Ele recebeu, da parte de Deus Pai, honra e glória, quando pela Glória Excelsa Lhe foi enviada a seguinte voz: Este é o Meu Filho amado, em quem me comprazo. Ora, Esta voz, vinda do céu, nós a ouvimos quando estávamos com Ele no Monte Santo.” 2 Pedro 1.16-18
O mesmo se deu em relação à escolha do Monte Hermom. Por que não optou pelo Monte das Oliveiras, que Ele amava? Ou o Monte Carmelo, quando ouviu a oração de Seu servo, o profeta Elias, e respondeu com fogo? E por que não o Monte das Bem-aventuranças, onde ensinou os segredos da vida eterna? Enfim, por que optou pelo Monte Hermom, o mais alto de Israel e de maior dificuldade para escalar?
Essa resposta encontramos no Salmo 133, onde diz:
“Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!
É como o óleo precioso sobre a cabeça, o qual desce para a barba, a barba de Arão, e desce para a gola de suas vestes.
É como o orvalho do Hermom, que desce sobre os montes de Sião. Ali, ordena o SENHOR a sua bênção e a vida para sempre.”
Ao escolher o Monte Hermom, o Senhor Jesus queria atrair a atenção de Seus discípulos para o que ele representa, descrito no Salmo Profético.
Profético porque fala da unidade, harmonia e perfeita paz dos filhos de Deus no Reino dos Céus. Retrata exatamente o quadro da família de Deus reunida ao redor de Seu Trono.
Quem exclama: Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos?
Pode ser que o Espírito Santo tenha dado a Davi a visão da família de Deus ao redor do Seu Trono, da mesma forma como o Senhor Jesus deu a visão do Apocalipse a João, na ilha de Patmos. E, diante daquela exuberante visão, Davi exclamou em gozo: Oh! Como é bom e agradável ver os filhos de Deus unidos em volta do Trono.
Mas, se não foi Davi quem manifestou tal gozo, certamente foi o Próprio Deus-Pai. Ele exprime Sua alegria e gozo de ver Seus filhos, frutos do sacrifício de Seu Primogênito Jesus, ao redor de Si.
A alegria é tão imensa que não há palavras para expressá-la. Por isso, se faz necessária a comparação: É como o óleo precioso sobre a cabeça…
Tal óleo precioso sobre a cabeça arremete para o derramamento do Espírito Santo em forma de unção física. Algo só compreensível para os que já experimentaram esse revestimento um dia.
É como o orvalho do Hermom… Orvalho do Monte Hermom são as três fontes de água formando três rios que se juntam e formam o Rio Jordão. O Hermom é, atualmente, o responsável pelo abastecimento de água em todo o Israel. Naqueles tempos, a água era como ouro, a maior riqueza de uma comunidade. Tanto que as cidades eram iniciadas ao redor dos poços descobertos. Água é vida, sem ela é impossível a existência de vida. Quando o Autor da Vida retrata Seu prazer como o orvalho do Hermom, que desce sobre os Montes de Sião, trata-se da plenitude da vida que os filhos gozam na Sua presença.
O Monte Hermom é um Santuário invisível aos olhos dos ímpios. Visível e revelado apenas aos escolhidos, por conta de sua grandeza e importância espiritual. Não foi à toa que o Senhor Jesus o escolheu dentre os demais. Afinal, nele Deus ordena a bênção e a vida para sempre.
A transfiguração de Jesus neste Monte mostra Sua vontade em ver os seguidores também transfigurados. Isto é, transformados segundo a Glória de Deus para ouvirem a mesma Voz do Pai, dizendo: “Tu és Meu filho amado em quem tenho prazer”. Novas criaturas. Criaturas celestiais que trazem em si a imagem e semelhança do Altíssimo, a exemplo de Adão e Eva, antes do pecado.
Bispo Edir Macedo
Revista ISTOÉ entrevista Bispo Edir Macedo

Em entrevista exclusiva, Edir Macedo conta que não tem residência fixa, diz que a Igreja Universal ainda é perseguida pelos católicos, relata o último encontro com a presidenta Dilma Rousseff e fala sobre o futuro da Igreja e da Rede Record
Edir Macedo estava no apartamento de aproximadamente 200 metros quadrados no último andar do prédio da Igreja Universal do Reino de Deus, na avenida João Dias, em São Paulo, quando soube que o lançamento de sua autobiografia “Nada a Perder”, na Argentina, fora um sucesso (leia reportagem à pág. 68). Na sequência, Macedo foi informado de que o livro também será traduzido para o francês e imediatamente começou a procurar data na agenda para promover um lançamento em Paris no início do próximo ano. Foi no embalo dessas notícias que, no domingo 18, sentado no sofá da sala do imóvel que costuma ocupar quando está em São Paulo, Edir Macedo concedeu entrevista exclusiva à ISTOÉ. Nos últimos sete anos, é a primeira entrevista do bispo a um meio de comunicação que não pertence a ele. Aos 67 anos, o líder da IURD e dono da Rede Record entende que ainda é tratado como o chefe de uma seita pela cúpula católica. Ele relata o último encontro que teve com a presidenta Dilma Rousseff, afirma que milagres continuam a ocorrer em seus templos e se mostra emocionado quando faz referência às pessoas que conseguem encontrar na Universal um novo caminho para suas vidas.
ISTOÉ – Como é sua rotina? Por que o sr. não mora no Brasil?
Edir Macedo - Não tenho uma rotina definida. Dedico cem por cento do meu tempo às questões espirituais da Igreja Universal do Reino de Deus em todo o mundo. Não exerço uma profissão ou um cargo executivo, exerço uma missão de fé que tem como único objetivo pregar o Evangelho. Isso exige certos sacrifícios, como, por exemplo, não ter uma residência fixa. Viajo os continentes, o máximo que posso, para ensinar o que temos recebido de Deus aos pastores e ao nosso povo. Em quase todos os países, moro em apartamentos construídos no prédio da Igreja. Minha vida se resume ao altar e ao convívio com minha esposa, Ester.
ISTOÉ – O sr. é um homem rico?
Macedo - Vivo da ajuda de custo da Igreja e dos direitos autorais. A Igreja Universal não é patrocinada pelo governo ou por qualquer iniciativa privada. Temos despesas para pagar. Aluguéis, reformas e construções de centenas de templos, contas milionárias de luz e água, ajuda de custo de milhares de pastores, mais de 5.800 funcionários registrados etc., etc… Quem paga tudo isso? O dinheiro não cai do céu. É Deus quem dá o sustento para a Sua Igreja abençoando a vida das pessoas. Quanto mais elas recebem, mais elas nos ajudam a investir no Evangelho. E mais: nunca recebi nenhuma remuneração da Record, nem como pró-labore ou como ganho de lucros, conforme demonstrado nos balanços da emissora, registrados na Junta Comercial. Todo o lucro é reinvestido na própria Record. Ela está aí para crescer e conquistar um espaço ainda maior.
ISTOÉ – Além da Record, o sr. possui empresas em outros ramos?
Macedo - Tenho em meu nome a Record, mas meu prazer mesmo é pregar o Evangelho.
ISTOÉ – O bispo Edir Macedo consegue se distanciar do empresário das comunicações Edir Macedo?
Macedo - Deixo os negócios sob responsabilidade dos profissionais contratados para tocarem o dia a dia da Record, por isso não me considero um empresário. Não tenho riqueza maior na vida do que a minha fé. O nome do meu livro não é uma mera expressão literária. Não tenho nada a perder. E isso é um recado claro e direto a quem interessar.
ISTOÉ – Logo no início do livro o sr. diz que, no momento de sua prisão, políticos de prestígio, empresários, juízes e desembargadores tomavam decisões sob a influência do alto comando católico. Quais eram os políticos e juízes que agiam sob influência da cúpula católica?
Macedo - A Igreja Universal foi e continua sendo atacada. Isso não acabou. Somos sempre alvo de certos setores da sociedade incomodados com a perda de espaço e privilégios, como a Globo e o Vaticano. Há um claro preconceito por trás disso. Uma postura agressiva velada. Ou alguém duvida que a Globo só me ataca e ataca a Igreja Universal por causa da Record? Para eles, a Record é uma ameaça. Naquele tempo da minha prisão, por exemplo, houve um escândalo sem precedentes na televisão de que pouca gente lembra. A Globo teve a petulância de colocar, em uma cena de novela, uma atriz, prestes a ter relações sexuais, jogando o sutiã em cima da “Bíblia Sagrada”. Você tem ideia do que isso significa? Uma afronta ao símbolo maior da fé cristã. A “Bíblia” não é um livro sagrado apenas da Igreja Universal, mas de todos os cristãos. E o que aconteceu? Nada! Muita gente aplaudiu, achou bonito. Em outro país, essa emissora de tevê não passaria sem punição. E agora, vários anos depois, essa mesma emissora quer patrocinar eventos de música gospel? Dá para acreditar nas intenções dessa empresa? Estranho, não é?

ISTOÉ – A relação dos líderes católicos com a Universal mudou de lá para cá? E com o Judiciário?
Macedo - Não temos relação com esse segmento religioso (os católicos) porque eles ainda nos consideram como seita. Não temos nada contra o povo católico, em sua enorme maioria formada por gente sincera e de bem. Depois de 35 anos, apesar do trabalho social e espiritual desenvolvido pela Igreja Universal, ainda somos tratados com preconceito, mas vamos em frente, vamos arrebentar de qualquer maneira. Sempre foi assim. Sobre os membros do Judiciário, penso completamente diferente. Tenho uma avaliação extremamente positiva do nosso Judiciário. Confio muito no senso de justiça e independência da classe de magistrados do nosso país.
ISTOÉ – Como o sr. se relaciona com a presidenta Dilma Rousseff? E com os ex-presidentes Sarney, Collor, Fernando Henrique e Lula?
Macedo - Ao longo dos últimos anos tivemos alguns encontros com a presidenta Dilma, por quem tenho profundo respeito. O último encontro aconteceu em Londres, durante os Jogos Olímpicos. Procuramos mostrar a ela e aos demais ministros que a democracia nos meios de comunicação, principalmente na televisão, é o melhor caminho para o Brasil. Alertei a presidenta Dilma que o monopólio nas comunicações é um caminho perigoso para o País. Também tivemos algum relacionamento com os demais presidentes brasileiros e diversas autoridades de outros países. Mais isso vou detalhar no volume dois do meu livro de memórias.
ISTOÉ – O sr. é bem tratado pelos agentes do poder?
Macedo - Todos nos tratam com consideração pelo trabalho de recuperação social que a Igreja Universal realiza junto às mais variadas classes sociais. Quantos bilhões os governos economizam com o atendimento espiritual proporcionado pela Igreja Universal? Quando alguém vence uma crise crônica de depressão ou supera o vício das drogas, por exemplo, quanto o sistema de saúde público economiza? Imagine esse efeito multiplicado aos milhões.
ISTOÉ – Estudiosos das igrejas neopentecostais têm pesquisas mostrando que os fiéis costumam fazer um rodízio entre as inúmeras denominações. A Universal seria a preferida daqueles que passam por problemas financeiros. Isso é real?
Macedo - A Igreja Universal é um pronto-socorro espiritual. Ela recebe gente que sofre com os mais variados males, entre eles dificuldades financeiras. Isso me faz lembrar uma importante reflexão. Se tanta gente chega arruinada e é enganada e explorada por nós, como dizem por aí, por que elas permanecem na Igreja Universal? O que é enganado, se deixaria enganar uma única vez e não voltaria nunca mais. Mas por que existem tantos templos lotados no Brasil? Por que existem tantos membros fiéis com décadas de Igreja? Como explicar esse crescimento em todo o mundo, acima de culturas, raças e idiomas? Não é o cumprimento da promessa do bispo Macedo na vida delas. É o cumprimento dos juramentos bíblicos.

ISTOÉ – Sociólogos são unânimes ao explicar o sucesso da Igreja Universal pela máxima de que em seus cultos sustenta-se que a felicidade plena deve ser alcançada e conquistada na vida presente. Então, no seu entender, como seria a vida eterna, a vida pós-morte?
Macedo - Exatamente como a “Bíblia” ensina: salvação da alma para os que aceitam e praticam essa fé e condenação para os que não aceitam. Isso está escrito de maneira simples e objetiva. Acredita quem quer. O destino após a morte é definido pelas escolhas que o ser humano faz em vida. O céu e o inferno não são folclore. Aceitar o Senhor Jesus como seu Salvador é o único caminho da salvação eterna da alma. E essa é a maior riqueza de qualquer pessoa. Não existe bem maior do que a salvação da nossa alma.
ISTOÉ – A principal acusação que o levou à prisão foi a de charlatanismo, em razão de cultos em que havia exorcismo. Nos cultos realizados pelo padre Marcelo Rossi, por exemplo, também se diz que os dons do Espírito Santo são usados para a operação de milagres. O que o difere do padre Marcelo?
Macedo - Não tenho a mínima ideia do que acontece em outros lugares. O fato é que a Igreja Universal baseia sua crença cem por cento nos ensinamentos da Palavra de Deus. E na “Bíblia” existem exemplos claros e incontestáveis da manifestação da fé através da realização de curas e da libertação espiritual. Temos milhares de histórias reais de pessoas que experimentaram esses milagres e podem atestar, nos dias de hoje, a veracidade das promessas cristãs. Mas o maior milagre é a conquista da fé inteligente, capaz de gerar uma mudança radical de comportamento, a transformação completa de pensamentos e de valores.
ISTOÉ – No livro, o sr. sugere que as perseguições contra a Universal aumentaram depois da compra da Record.
Macedo - Como disse, o avanço da Record incomoda muita gente. Crescimento ainda maior da Record significa o fim do monopólio, dos mandos e desmandos de certos barões da mídia, de grupos religiosos conservadores contrários à prática da fé que ensina as pessoas a pensar livremente. São esses setores da sociedade que sempre nos atacaram. Muita gente me odeia sem ao menos me conhecer. Pessoas que nem sequer pararam para pensar mais a fundo sobre os princípios que defendemos. Eu só quero que elas pensem e não formem suas opiniões pelo que leem nos jornais ou veem na televisão. Eu sei que a tendência da maioria é ter uma opinião negativa sobre nós porque as pessoas sempre foram alimentadas pelas informações da mídia. Eu não as culpo. Desejo apenas que pensem. Só isso. Pensem.
ISTOÉ – O sr. interfere no dia a dia da Record? Tem conhecimento prévio do que vai ao ar?
Macedo - Existe um comitê de gestão formado pela presidência, vice-presidências e algumas diretorias estratégicas que tomam as decisões no dia a dia da Record. Eles se reportam a mim, de tempos em tempos. São profissionais competentes que têm feito um ótimo trabalho e em quem depositamos nossa confiança. Muitas vezes sou surpreendido por uma estreia ou outra no ar. É claro que também dou minhas opiniões e sugestões, mas são muito raras. Algumas são reprovadas (risos) e outras aprovadas, como a produção de minisséries bíblicas, a exemplo de “Rei Davi”. Foi uma inovação importante para a televisão brasileira. O trabalho foi belíssimo, alcançou um excelente resultado de audiência e atingiu diferentes tipos de público. A determinação geral é seguirmos firmes na construção de uma emissora de tevê com programação diversificada e de qualidade, voltada para todos os brasileiros.
ISTOÉ – Quais os seus planos para o futuro da emissora, já que o mercado das comunicações passa por grande transição?
Macedo - A Record tem um projeto de televisão em andamento. Não vivemos de um acerto pontual ou outro na programação. Construímos um departamento de jornalismo sólido e com credibilidade, uma fábrica de novelas própria com milhares de funcionários e um projeto comercial que conquistou a confiança dos anunciantes. O ano de 2013 será de grandes investimentos em nossa emissora. Nossa meta é a liderança, não importa o tempo que isso demore para acontecer. Nosso foco está bem definido. Vamos chegar lá. Vamos arrebentar.
Fonte: Revista ISTOÉ
Cansei, quero mudar!

A Primeira do jeito dele:Religiosamente (normal, tradicional, sem esforço…)
“Rogo-te que daqui não te apartes até que eu volte, e traga a minha oferta, e a deponha perante ti. Respondeu ele: Esperarei até que voltes.
Entrou Gideão e preparou um cabrito e bolos asmos de um efa de farinha; a carne pôs num cesto, e o caldo, numa panela; e trouxe-lho até debaixo do carvalho e lho apresentou.
Porém o Anjo de Deus lhe disse: Toma a carne e os bolos asmos, põe-nos sobre esta penha e derrama-lhes por cima o caldo. E assim o fez.
Estendeu o Anjo do SENHOR a ponta do cajado que trazia na mão e tocou a carne e os bolos asmos; então, subiu fogo da penha e consumiu a carne e os bolos; e o Anjo do SENHOR desapareceu de sua presença.” Juízes 6.18-21
A Segunda do jeito de Deus: Sacrificialmente (fé-inteligente, revoltados, desafio, dependência total…)
“Naquela mesma noite, lhe disse o SENHOR: Toma um boi que pertence a teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derriba o altar de Baal que é de teu pai, e corta o poste-ídolo que está junto ao altar.
Edifica ao SENHOR, teu Deus, um altar no cimo deste baluarte, em camadas de pedra, e toma o segundo boi, e o oferecerás em holocausto com a lenha do poste-ídolo que vieres a cortar.
Então, Gideão tomou dez homens dentre os seus servos e fez como o SENHOR lhe dissera; temendo ele, porém, a casa de seu pai e os homens daquela cidade, não o fez de dia, mas de noite.” Juízes 6.25-27
Somente quando ele OBEDECEU e fez do jeito de Deus, é que tudo mudou. Infelizmente, quantas não são as pessoas que já participaram da Fogueira Santa, mas do JEITO delas ‘Religiosamente’ e não do JEITO de Deus ‘Sacrificialmente’?
E é por isso que o milagre, transformação, ainda não aconteceu.
Elas vivem gastando suas forças tentando resolver o problema e realizar o seu sonho, mas não resolve. Como no passado, o povo gastou forças para construir covas, cavernas e fortificações nas montanhas, em vez de investir todas as suas forças para subir a montanha-Altar e sacrificar do jeito de Deus e resolver logo as suas vidas. Seja na resolução de um problema impossível ou na realização do seu sonho.
Perguntas e respostas – Cumpri o voto da Fogueira Santa, mas não me libertei
“Cumpri o voto da Fogueira Santa de Israel e pedi pela minha libertação. Não vivo na prática do pecado, não bebo, não fumo, não me prostituo, mas sinto as possessões no meu corpo. Nunca manifestei com os encostos, porém sinto um peso nas minhas costas. Já orei a Deus, só um milagre. Fiz de tudo e não sei mais o que fazer. Peço que ore por mim.”- Amiga.
Resposta:
Amiga, você tem que analisar bem todas as áreas da sua vida, pois com certeza existe algo ainda escondido para que não esteja completamente liberta. Juntamente com a sua campanha de Israel tem que haver uma entrega absoluta a Deus e atitudes diárias que comprovem a sua entrega. Participe das reuniões de libertação nessa fé e tenho certeza de que o mal não permanecerá. Resista ao mal e ele não terá como ficar. A libertação é sua, tome posse dela!
(*) Pergunta respondida por Sandra Cruz, esposa de pastor que atualmente faz a obra de Deus na Holanda.










