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Praga de gafanhotos invade o Egito

Nuvens de gafanhotos surgem no Egito todos os anos, mas este ano a coisa parece estar fora de controle e está causando enormes danos. Estima-se que 30 milhões de gafanhotos estão no sul do Cairo de Gizé há 4 dias, enquanto o governo tentar encontrar uma forma de eliminá-los.
O exército do Egito já foi convocado a ajudar, mas segundo especialistas somente os ventos fortes esperados para esta semana poderão levar a nuvem em direção a Arábia Saudita. Foram usados helicóptero para fumigação sobre as áreas mais afetadas.
Os residentes do delta do rio Nilo reclamam das plantações arrasadas, o que pode piorar a crise que o país atravessa. Se os insetos persistirem devorando tudo o Egito terá de importar comida, desequilibrando ainda mais sua combalida economia.
O que surpreendeu a muitos é o fato de isso ter acontecido algumas semanas antes da Páscoa, época em que judeus e cristãos comemoram o livramento dos filhos de Israel do Egito, precedido por 10 pragas, uma delas sendo justamente de gafanhotos.
Desde janeiro que os especialistas da Organização da ONU para a Agricultura e a Alimentação alertam para o perigo dos ataques desses insetos vorazes e insaciáveis que invadem países africanos com frequência.
A nuvem desses gafanhotos do deserto se formou no Sudão e agora dirigem-se para norte, podendo chegar até Israel esta semana. Por isso, o Ministério da Agricultura israelense já emitiu também um alerta e está tomando medidas de prevenção.
Assista:
CBS News/Israel Today
Arqueologia comprova historicamente a existência do Senhor Jesus
Escavações em Israel e a redescoberta de vários documentos confirmam historicamente a existência do Messias

Aqueles que duvidam dos feitos e milagres do Senhor Jesus relatados na Bíblia Sagrada não podem questionar sua existência histórica. Escavações em Israel e a redescoberta de vários documentos revelam passagens sobre a vida do Messias aqui na Terra.
De acordo com o arqueólogo e escritor Rodrigo P. Silva, de todos os ramos científicos, a arqueologia bíblica é a melhor forma de atestar de forma confiável as histórias contidas nos quatros evangelhos – que relatam a vida do Mestre desde o seu nascimento até a sua morte e ressurreição.
“As respostas começaram a surgir com as escavações na Palestina (hoje Israel), e também documentos que confirmaram a existência histórica de um homem chamado Jesus de Nazaré”, afirma Silva em seu livro “Escavando a Verdade”.
O arqueólogo cita textos do historiador Flávio Josefo (cerca de 37-100 depois bde Cristo – d.C), um judeu que se aliou aos romanos e autor de um clássico que trata da trajetória do povo hebreu desde os primórdios até o primeiro século d.C.
O historiador menciona nominalmente o Senhor Jesus em alguns trechos de sua obra, numa designação muito clara do ministério do Messias Salvador.
“Por esse tempo, surgiu Jesus, homem sábio (se é que na realidade se pode chamar homem). Pois ele era obrador de feitos extraordinários e mestre dos homens que aceitam alegremente a verdade, que arrastou após si muitos judeus e gregos. Ele era considerado o Messias”, escreve Josefo.
Em outro trecho, ele prossegue destacando fatos que coincidem com o que está escrito no Novo Testamento. “Embora Pilatos, por acusações dos nossos chefes o condenasse à cruz, aqueles que o tinham amado desde o princípio não cessariam de proclamar que passado o terceiro dia apareceu-lhes novamente vivo; os profetas de Deus tinham o respeito dele. Ademais, até o presente, a estirpe dos cristãos, assim chamada por referência a ele, não cessou de existir”, ressalta.
O arqueólogo destaca o fato de Josefo admitir os feitos extraordinários de Cristo, numa evidência testemunhal dos milagres, mesmo não sendo ele um seguidor do Nazareno.
Achados arqueológicos mencionados na Bíblia
Em termos arqueológicos, Silva afirma que é possível mencionar alguns achados relacionados diretamente com o contexto histórico da vida do Senhor Jesus.
Um desses achados é o ossuário de Caifás, encontrado por arqueólogos de uma universidade hebraica. A caixa onde estava o material continha uma inscrição em aramaico que dizia: “José filho de Caifás”.
“Esse era exatamente o nome do sumo sacerdote que prendeu Jesus. A Bíblia limita-se a chamá-lo de Caifás, mas o restante de seu nome está bem documentado nos escritos de Josefo, que assim se refere à sua pessoa”, afirma o escritor.
A estrutura de um barco antigo encontrado no mar da Galileia também ajuda a comprovar fatos questionados por muitos céticos sobre a existência do Senhor Jesus.
“Alguns minimalistas chegavam a duvidar da realidade de alguns episódios em que Cristo era visto no barco com seus discípulos. Afinal, supunham ser inconcebível que houvesse naquele tempo algum tipo de barco pesqueiro que comportasse 13 pessoas de uma só vez (Jesus e os 12 apóstolos)”, explica Silva.
Em 1961, arqueólogos italianos que escavavam um teatro romano localizaram uma placa de pedra que continha uma inscrição em latim com os seguintes dizeres: “Pôncio Pilatos, Prefeito da Judeia”.
“Ao que tudo indica, Pilatos havia mandado construir em Cesareia um Tiberium, isto é, uma estrutura em homenagem ao imperador e, portanto, colocou ali o seu nome como executor da obra. Mais um personagem bíblico que tem sua existência confirmada na história”, ressalta o arqueológo.
Fonte: Arca Universal
Encontradas ruínas de igreja cristã de 1.500 anos em Israel

Descoberta se deu por acaso, quando um shopping era construído na cidade histórica de Acre.
Uma igreja cristã do início do período bizantino foi achada por arqueólogos na cidade de Acre (foto), ao norte de Israel. A descoberta foi por acaso: investigando uma escavação não autorizada para a construção de um shopping center na área, a Autoridade de Antiguidades de Israel, órgão governamental responsável pelo patrimônio histórico no que concerne a artefatos e imóveis, viu resquícios significantes de ruínas e continuou a exploração. A igreja remete a início do cristianismo, com indícios palpáveis que comprovam a informação.
Segundo a Autoridade de Antiguidades, o prédio é do período entre os anos 324 a 638 depois de Cristo, com características bizantinas (o Império Bizantino sucedeu o Romano em poderio no mundo conhecido da época), com cerca de 1.500 anos. Muitos objetos e imóveis bizantinos são achados até hoje por arqueólogos em quase todo o país de Israel, mas em Acre foi a primeira vez no que diz respeito a um templo cristão. Residências já haviam sido encontradas, mas este é o primeiro prédio bizantino de uso público de que se tem notícia na área. A palavra “bizantino” provém de Bizâncio, nome da antiga capital de seu império, futuramente denominada Constantinopla e de onde o cristianismo se espalhou pelo mundo com bastante força, com as ações do imperador Constantino.
Acre, próxima à fronteira com o Líbano, foi determinante na formação da igreja cristã em seus primórdios. Registros antigos falam do bispo da cidade, uma figura de muito prestígio, muito influente na propagação da fé cristã, em uma cidade cosmopolita para os padrões da época. A cidade passou por vários domínios após os bizantinos, incluindo o Império Otomano e os cavaleiros cruzados, que implantaram ali uma poderosa fortaleza.
Em uma das salas da antiga igreja (foto ao lado), foi achado um piso em mosaico. Na área externa, foi encontrado um poço, que abastecia o complexo de água fresca. O prédio é feito de pedra com enfeites em mármore, com partes forradas de azulejos decorados, ornados com vasos de cerâmica. Também foram encontradas no local moedas e telhas da época. Acre, Patrimônio da Humanidade pela Unesco desde 2008, tem hoje uma população judaico-árabe de cerca de 46 mil pessoas, um importante pólo turístico-histórico de Israel
Fonte: Arca Universal
Justas Ofertas

Com certeza, Deus requer de Seus servos justas ofertas.
A profecia:
“Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao SENHOR justas ofertas”Malaquias 3.3, anuncia a primeira vinda de Jesus como Senhor e Salvador. Ele possibilitaria aos filhos de Levi serem refinados como o ouro e como a prata.
Levi foi a única tribo de Israel escolhida para servir ao Senhor Deus como sacerdote. Seus filhos dariam sequência às tarefas sagradas no Tabernáculo e depois Templo.
No princípio, Levi e seus filhos tiveram a honra de se dedicar exclusivamente para o Senhor. Faziam isso com santidade e temor. Eram incumbidos de carregar a Arca da Aliança, montar e desmontar o Tabernáculo, fazer os sacrifícios e apresentar a Deus as ofertas trazidas pelo povo, além de outras atribuições.
Mas com o decorrer do tempo, seus filhos foram esfriando na fé e acabaram se corrompendo por completo. Já não serviam mais a Deus.
Sua ausência de temor fê-los considerar as ofertas como canseiras. E desprezaram o Senhor dos Exércitos com ofertas imundas, tais como animais dilacerados, coxos e enfermos. Malaquias 1.13
Jesus veio como o fogo do ourives para purificar os sinceros, cujos corações estavam corroídos e refiná-los como o ouro. Mas só os sinceros, porque os demais, hipócritas, seriam queimados por inteiro.
O sangue de Jesus continua lavando e justificando o pecador sincero, e o fogo do Seu Espírito o mantém puro para, finalmente, trazer justas ofertas ao Senhor.
Bp. Macedo
Morreu dos pés
No trigésimo nono ano do seu reinado, caiu Asa doente dos pés; a sua doença era em extremo grave; contudo, na sua enfermidade não recorreu ao SENHOR, mas confiou nos médicos. Descansou Asa com seus pais; morreu no quadragésimo primeiro ano do seu reinado”
Asa era rei em Israel, tendo acesso às Promessas de Deus, aos Seus Mandamentos e à Sua casa. Mas, não quis RECONHECER que só ele não podia. E ao invés de buscar socorro em Deus, buscou socorro nos médicos e morreu. Também quando o ser humano não RECONHECE que sem Deus não pode, até uma unha encravada que inflama pode matá-lo.
Mas será que Deus ficou chateado porque Asa recorreu aos médicos? Não, porque não há nenhum problema em ir ao médico, porém, você não se deve apoiar na Medicina, no dinheiro, nos conhecimentos, nos diplomas, nas experiências, no homem, porque se você confiar no homem, você torna-se maldito! Asa até poderia ter recorrido aos médicos, mas, deveria ter confiado em Deus.
O filho deste rei viu o mau exemplo do pai, cresceu e reconheceu que precisava de Deus e O buscou, tal como o fez Davi: “O Senhor foi com Josafá, porque andou nos primeiros caminhos de Davi, seu pai, e não procurou a balaains” (2 Crónicas 17.3). Josafá procurou ao Deus de seu pai Davi e andou nos seus mandamentos, não seguindo as obras de Israel, porque o país estava corrompido, a fé das pessoas estava corrompida.
E o Senhor confirmou o reino nas suas mãos: “…e de todo o Judá deu presentes a Josafá, o qual teve riquezas e glória em abundância” (2 Crónicas 17.5). Ele teve riquezas porque Deus o abençoava e ele se engrandeceu: “Tornou-se-lhe ousado o coração em seguir os caminhos do Senhor, e ainda tirou os altos e os postes-ídolos de Judá” (2 Crónicas 17.6). Então, a sua fé foi crescendo, a sua vida foi crescendo, o seu reinado foi crescendo, o seu exemplo foi crescendo.
Mas, cometeu um erro: aliou-se a um rei que não era bom, só que Josafá não o sabia. Aparentemente o outro rei era bom e Josafá fez uma aliança com ele, acabando por ter de ir para a guerra. “Subiram o rei de Israel e Jeosafá, rei de Judá, a Ramote- Gileade. Disse o rei de Israel a Josafá: Eu me disfarçarei e entrarei na peleja; tu, porém, traja as tuas vestes. Disfarçou-se, pois, o rei de Israel, e entraram na peleja. Ora, o rei da Síria deu ordem aos capitães dos seus carros, dizendo: Não pelejareis nem contra pequeno nem contra grande, mas somente contra o rei de Israel” (2 Crónicas 18.29-30).
Josafá agora vestido com a armadura do rei Israel, tinha todo o exército Sírio contra si. E os capitães dos carros vendo a Josafá, prepararam-se para o atacar, porém, Josafá gritou e o Senhor o socorreu, desviando-os dele.
Então, como é que um exército pode perder um homem de vista? O sobrenatural aconteceu! Deus desviou um exército inteiro, porque Josafá RECONHECEU. Também quando você RECONHECE que só você não pode e grita por socorro, Deus não tapa os ouvidos. Mesmo que você tenha cometido um erro, Ele ouve e livra-o do mal. Tudo porque Ele quer você seja feliz, se sinta realizado, que supere esta fraqueza, que supere esses erros e que aprenda com eles, que cresça como ser humano. Mas Ele permite que você e eu passemos por problemas para que aprendamos a RECONHECER que sem Ele não podemos.
Fonte: Bispo Júlio Freitas
Trabalho Evangelístico da IURD em Israel
A Igreja Universal do Reino de Deus realiza campanhas de evangelização em várias cidades do mundo onde possui um templo. Esse trabalho também aconteceu recentemente em Tel Aviv, Israel, onde um grupo de evangelistas saiu às ruas para falar do amor de Deus.
O grupo passava convidando os sofridos para participar do evento chamado “Negatividade, Não!” Que tinha o objetivo de “livrar” as pessoas de “forças que trazem negatividade” e mostravam que existe um poder que pode edificar as vidas e fazer o impossível acontecer.
Como exemplo de que é possível sair de situações difíceis, o site Arca Universal mostra o testemunho de Mila, uma fiel que chegou na igreja com a vida bastante complicada e teve vitórias depois de passar pelas reuniões de Conquistas Financeiras.
“A minha situação, quando aqui cheguei, era muito complicada. Escutava apenas pela rádio, participava do copo com água consagrado através da oração do bispo. Até que determinei que teria o meu restaurante e assim foi”, conta bem satisfeita. Mila está feliz e muito realizada, pois há pouco tempo inaugurou outro restaurante, após ter participado do propósito da Fogueira Santa de Israel.
Com informações Arca Universal
Conheça o Mar da Galiléia
Na verdade, um grande lago. Foi nele que Jesus andou sobre as águas e, as suas margens, multiplicou os pães e os peixes, além de ter encontrado quatro de seus apóstolos
Mesmo quem não é cristão conhece a histórica caminhada de Jesus sobre as águas, o tempo em que ele viveu entre pescadores e a famosa multiplicação de pães e peixes para mais de 5 mil pessoas. O cenário dessas importantes passagens bíblicas ainda existe: o Mar da Galileia, também conhecido como Mar de Tiberíades, ou ainda Lago Kineret ou de Genesaré. É abastecido pelo rio Jordão, o mesmo no qual Jesus foi batizado por seu primo João Batista.
Ao redor dele estão importantes cidades, também palcos de célebres passagens bíblicas e berços de importantes personagens que conviveram com o próprio Redentor. Na região, pelo menos cinco apóstolos nasceram e viveram, assim como Maria Madalena. Ali também aconteceu o Sermão da Montanha. Foi nas margens do Mar da Galileia que Jesus recrutou quatro de seus 12 apóstolos entre os pescadores: Simão (rebatizado Pedro), seu irmão André e outros dois irmãos, João e Tiago. As mesmas águas foram acalmadas pelo próprio Jesus em meio a uma grande tempestade, à qual ele pôs fim. Após este episódio, chegando à margem, o Messias libertou dois possuídos, expulsando os demônios que estavam neles e mandando-os para uma manada de porcos ali próximos, que se jogaram de um barranco nas águas (leia Mateus 8:28-33) – o mesmo barranco está assinalado até hoje, visitado por muitos cristãos.
Com 166 quilômetros quadrados, o grande lago é a maior massa de água doce de Israel, com profundidade máxima de 43 metros. A 209 metros abaixo do nível do mar, é o segundo lago mais baixo do mundo, perdendo apenas para o Mar Morto (também um lago, mas de água salgada).
Se antes a pescaria era a principal atividade econômica, hoje o turismo é a principal geradora de renda local, atraindo visitantes tanto cristãos quanto judeus, além dos árabes dos países próximos.
Falando em pescaria, muitos estudiosos acreditam que os peixes que Jesus usou na multiplicação foram as famosas tilápias, hoje presentes em várias culturas ao redor do mundo pela facilidade de criação em cativeiro. Por isso encontramos, mesmo em supermercados brasileiros, os hoje bastante comuns filés de St. Peter – em inglês, Peter equivale a Pedro, em alusão ao apóstolo “pescador de homens”. O St. Peter – tilápia vermelha – é muito apreciado por ter sabor e cheiro leves e ser muito versátil em diferentes receitas.
Na cidade de Ginosar, originada de um antigo kibutz (fazenda comunitária), está um barco do século 1 como os usados na época de Cristo. Descoberto em 1986 na lama do fundo do lago, bem próximo à margem, hoje está exposto no Museu Beit Yigal Allon.
Mais um exílio
No ano 135, Roma dominava Jerusalém. Os judeus se revoltaram contra o domínio dos Césares na famosa revolta de Bar Cosiba. O resultado não foi agradável para os revoltosos: foram expulsos de Jerusalém, centro religioso e histórico de sua cultura, e transferiram-se para a região do Mar da Galileia.
Ao longo dos séculos, com as constantes invasões árabes e a longa ocupação turco-otomana na região (que perdurou até o final da Primeira Guerra Mundial, no século passado), a Galileia com características dos tempos da Bíblia foi quase toda destruída, e hoje restam apenas ruínas das outrora importantes cidades, atualmente pontos de turismo histórico.
Harpa
Em hebraico o lago é chamado de Kineret, que significa harpa, devido ao seu formato. Os israelenses, conscientes da importância do lago para eles, se orgulham em preservá-lo. Um slogan muito conhecido no país é: “Ein lanu kineret acheret” (“Nós não temos outro Kineret”), enfatizando a importância de a população do país, localizado em meio a desertos, cuidar de sua maior fonte de água doce. Além da água, lá são pescados cerca de mil toneladas de peixe por ano.
Turismo e esportes
A região atrai muitos turistas devido à importância bíblica, mas também por sua grande beleza natural. De alguns ângulos, é possível ver montanhas contracenando com o lago, o que torna a vista ainda mais bonita.
Em suas margens estão instalados dezenas de balneários, onde é possível relaxar e renovar-se física e mentalmente. Alguns hotéis-fazenda na região são muito procurados pelos que buscam tranquilidade longe das grandes metrópoles.
A prática de esportes aquáticos na Galileia é muito comum. Barcos a vela, jet-ski e esqui aquático agitam a calmaria da região, bem como pessoas que procuram o lago para praticar nado. A Competição do Kineret é o maior evento de natação de Israel, sempre em setembro, reunindo os craques dessa modalidade esportiva.
Os Sea Rangers, um movimento juvenil bem ativo em Israel, têm uma de suas unidades no Lago da Galileia. Além de cuidarem da região, os jovens ensinam a moradores e turistas a melhor forma de coexistir com a natureza sem agredi-la.
Conheça a Cisjordânia

Cisjordânia é uma região de Israel reivindicada pela Autoridade Palestina e pela Jordânia, à margem do Rio Jordão. Fazia parte da Palestina Histórica até 1948, junto com o que viria a ser o Estado de Israel e a atual Faixa de Gaza. Cisjordânia e Gaza integrariam um Estado Palestino, conforme a famosa resolução das Nações Unidas de 1947. Entretanto, em 1967, as duas áreas foram ocupadas por Israel após a Guerra dos Seis Dias.
Depois disso, algumas partes das duas áreas começaram a ser administradas pela Autoridade Palestina. Embora Israel, ainda hoje, as controle militarmente, inclusive com a construção de um alto muro (foto ao lado) que a isola – com mais de 700 quilômetros de extensão –, deixa na parte de dentro mais de 160 mil famílias palestinas. Na região estão importantes cidades da Bíblia, como Belém (foto acima), terra natal de Cristo.
A população é de cerca de 2,5 milhões de habitantes. Entre eles, algo em torno de 364 mil judeus. A maioria dos árabes é muçulmana sunita, em contraste com uma minoria cristã. A língua árabe é a mais falada, seguida pelo hebraico e inglês.
Locais bíblicos
Na região encontram-se locais que estão entre os mais sagrados do mundo para o cristianismo, judaísmo e islamismo.
Em Hebrom, uma das quatro cidades sagradas para os judeus, localiza-se a Gruta de Macpela, onde está o túmulo de três dos maiores patriarcas da história bíblica: Abraão, Isaque e Jacó, com suas respectivas esposas, conforme começa a ser contado em Gênesis 23.
Jericó, cidade ocupada pelos hebreus após terem cruzado o Rio Jordão e tomado a Terra Prometida, foi palco da famosa batalha em que suas muralhas foram derrubadas pelas tropas lideradas por Josué (como está descrito no capítulo 6, no livro bíblico de sua autoria). Até hoje pode ser visitado, nos limites da cidade, o Monte da Tentação (foto), onde Jesus foi tentado pelo diabo, como consta no livro de Mateus, capítulo 4.
E Belém, uma das cidades mais importantes do planeta, historicamente, foi a terra natal do próprio Jesus Cristo. Próximo a ela, na estrada que a liga a Jerusalém, está o túmulo de outra importante personagem bíblica: Raquel, esposa de Jacó, como narra Gênesis 35.
A despeito dos violentos enfrentamentos locais, a região é visitada por turistas, embora os mesmos ainda tenham que se submeter aos checkpoints (passagens vigiadas) das forças israelenses. Se a documentação estiver em ordem, não ocorrem problemas.
Fonte: Arca Universal
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